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Amsterdã – o que fazer em 01 dia


No nosso roteiro de férias deste ano, não estava incluído Amsterdã. Porém, como viajamos em maio devido ao casamento do primo do Arthur, lembramos de uma coisa muito importante: a viagem seria na primavera, e, primavera lembra flores, e flores nos lembra tulipas e tulipas nos lembra AMSTERDÃ!

Nossa primeira semana na Europa foi muito corrida porque seria a única semana que Stephanie estaria conosco. Planejamos todos os lugares que ela gostaria de conhecer antes do casamento e obviamente queríamos compartilhar com ela as tulipas, pois, somente de março a maio temos essa oportunidade de vermos tulipas na Holanda.

Depois de organizarmos os melhores deslocamentos, conseguimos separar 1 dia – um único dia para curtirmos o que fosse possível em Amsterdã – e que dia! Aproveitamos cada segundo e agora vamos compartilhar o que conseguimos fazer em 1 dia em Amsterdã.

A primeira dica é reserve o hotel com antecedência. Na primavera a cidade fica repleta de turistas que também querem visitar as tulipas. Chegamos em Amsterdã na segunda a noite, por volta de meia noite. Viajamos pela empresa Transavia (nunca havíamos ouvido falar,mas deu tudo certo!).  Um ponto a se lembrar é que nós três fizemos esta viagem a Europa com mala de mão e mochila. As empresas low cost de aviação na Europa são bem baratas, mas despachar uma mala custa mais que a passagem aérea. Comprei a passagem através do site Skyscanner. Este tipo de passagem não é possível parcelar. Voltando a questão do hotel, compramos nossa diária através do site Hoteis.com  que este ano (2019) está dando 7 pontos Multiplus (que dá para trocar por outras passagens aéreas e muitos outros produtos) para cada dólar gasto (por este link multiplus-hoteis.com). Como só tínhamos 01 dia, optamos por nos hospedar próximo ao aeroporto. A rede Ibis tem 02 hotéis próximos ao aeroporto e oferece Shuttle gratuito para o aeroporto com intervalos de aproximadamente 1 hora.

Na terça feira acordamos cedinho, tomamos café e fomos para o aeroporto para nosso primeiro passeio: Keukenhof, o parque das tulipas. Compramos as entradas para o parque pela internet ainda no Brasil. Um alerta: eu coloquei o nome do parque no google, apareceu um site com o nome do parque, mas não era o site oficial e eu só descobri na hora, quando abri meu email e a confirmação que recebi não “servia” para entrar no parque. Fiquei um pouco nervosa mas no final deu tudo certo. O site apesar de parecer ser do parque era de um parceiro. Eu tive que ir num trailler no estacionamento para pegar a entrada para o parque. Comprando a entrada para o parque no site oficial há uma opção em que vendem a entrada + transporte. Nós compramos ticket para pegar o ônibus para o Keukenhof no aeroporto. Este parque fica na cidade de Lisse e fica cerca de 30 minutos do aeroporto.

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Keukenhof – Pegamos um frio fora do comum para o mês de maio

 

 

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Dá vontade de colocar todas as fotos aqui!

Finalizando os fatos e fotos do Keukenhof, no parque há uma mini fazendinha. Corri com os cabritinhos, falamos a língua do béeeeeeee. Adorei!

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Ficamos no parque até 11:45h. Quando saímos do parque o tempo começou a virar. Fomos para o mesmo local que havíamos descido do ônibus e perguntamos para um motorista onde pegávamos o ônibus para voltar para o aeroporto (sim, os motoristas de ônibus falam inglês). Ele indicou que era do outro lado da rua. Vimos que o ônibus estava quase saindo e obviamente saímos correndo pelo meio da rua para não perder (o ônibus saía a cada 30 minutos). Bem, tinha um canteiro no meio  da rua para alcançarmos o outro lado. Um motorista que estava dando a volta nesta área de parada dos ônibus ficou bem bravo porque não atravessamos no local de pedestre simplesmente jogou o ônibus pra cima da gente. Sim, quase fomos atropelados em Lisse! Ele xingou a gente em holandês e a vida seguiu. Quando chegamos do outro lado da rua, nosso ônibus já tinha fechado a porta para ir embora, fiz movimento com a mãos para o motorista abrir a porta por favor e esse foi fofo e abriu. Entramos no ônibus e começou a chover. Que sorte que conseguimos pegar este ônibus (PS se tivéssemos dado a volta para pegar o ônibus teríamos perdido).

Voltamos para o aeroporto, onde compramos um ticket de 24 horas para se locomover por Amsterdã. Existe algumas opções de cartão para utilizar o transporte público (horas de utilização). Quando entramos no ônibus passamos o cartão na máquina e quando saímos passamos novamente. Pegamos o ônibus 397 no aeroporto e descemos praticamente em frente ao Hard Rock Café. Fizemos reserva com antecedência e ficamos na janela em frente aos canais. Quando nosso garçom se apresentou e soube que éramos brasileiros, falou várias palavras em português, disse que adorava o Brasil. Bem fofo, né?

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Almoço maravilhoso no Hard Rock

Uma dica de souvenir extra é ir ao Hard Rock Café, pedir para beber o Hurricane – existe a opção de você “ganhar a taça”. Acho que vale a pena, porque a taça é maior, ou seja vem mais bebida e a diferença de preço e bem pequena – custa bem menos que comprar a taça na lojinha e você fica com uma taça do Hard Rock Café Amsterdã, por exemplo. Aqui em casa temos 02 de Amsterdã e 01 de Nova York.

 

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Mesa de Frente para um dos Canais de Amsterdã
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Alegria de beber um drink sem álcool do Hard Rock Café e ganhar a taça

Do Hard Rock Café fomos correndo para o Museu Van Gogh. Dá para ir a pé, é bem pertinho. Compramos o ingresso com antecedência também. Nosso ingresso estava marcado para 14:30h. Entramos direto (pois já era 14:45h!).  Quando compramos o ingresso, adquirimos o áudio-guia e digo que vale muito a pena. Uma pena que não pode tirar fotos neste museu. Ele é amplo, conta historias interessantes. Muitas obras famosas. Simplesmente vale muito a pena. Mesmo que você não goste de museu. Mesmo que você não goste de arte. Aprendemos várias coisas, tipo, Van Gogh não era excêntrico ao pintar autorretratos por exemplo – na época era muito caro contratar um modelo para pintar, então por ele não ter dinheiro, fazia autorretratos. Os Girassóis foram pintados com 3 tintas: amarelo, vermelho e azul… Quando olhamos o quadro Quarto em Arles, sentimos vontade de deitar naquela cama – é muito louco!

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Saímos do Museu já atrasados para a próxima parada: MOCO. Vocês conhecem o MOCO? Eu não conhecia. Conheci um dia antes porque a ex-BBB Clara tinha ido uns dias antes e eu acompanhei ela esse período para saber se ela tinha ido a algum lugar interessante, para saber como estava o tempo e essas coisas… eu simplesmente A M E I  este museu. Ele fica literalmente do lado do museu do Van Gogh, então acho parada obrigatória. MOCO é o Museu de Arte de Rua, Moderna, Contemporânea  de Amsterdã. Nele há obras de Banksy. Você lembra dele? Provavelmente vendo a foto abaixo lembrará da obra Girl with Baloon- a obra de arte que foi leiloada em 2018 por quase BRL 5 milhões. Após ser vendida, a obra começou a ser automaticamente cortada em tiras, saindo pela moldura. A parte superior da obra ficou intacta.

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Girl with Ballon – Banksy

 

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Depois de tirarmos várias fotos tumblr no MOCO, fomos para mais um ponto turístico imperdível em Amsterdã: A Casa de Anne Frank.  De todos os pontos turísticos de Amsterdã, este é o que precisa ser reservado com mais antecedência. As entradas são super disputadas, então para garantir o dia e o horário, é legal reservar com pelo menos  1 mês de antecedência. Na Casa de Anne Frank também não é permitido fotos infelizmente. Há áudio guia em português, o que é muito legal. Eu aconselho ver o filme da história  da Anne antes de ir no museu. Porque depois de ver filme, entrar em cada cômodo, você se põe no lugar da família e isso é uma experiência maravilhosa. Para chegar no museu, pegamos 02 bondes, foi super rápido, em menos de 15 minutos chegamos. Nossa entrada estava agendada para 18:30h. A visita completa demora por volta de 2 horas – no final tivemos que correr porque nosso próximo passeio estava marcado para 20:30h e não podíamos atrasar nem 1 minuto!

 

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Casa Anne Frank

Para finalizar o dia, fizemos um passeio de barco nos canais de Amsterdã. Agendei para 20:30h para conseguirmos ver o pôr do sol do barco. Apesar de durante o dia o tempo estar bem feio,  tivemos sorte com o pôr do sol. Comprei o pacote no site Get Your Guide que tem muitas opções. O programa que escolhemos foi ótimo, 2 horas de passeio exatamente no horário do pôr do sol. No barco é possível comprar bebidas. Passeamos pelos principais canais e pudemos ver um pouco da cidade!

 

 

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Pôr do Sol

Nem dá para acreditar que fizemos tudo isso em um dia. Foi intenso e maravilhoso. O que vocês gostaram mais que descrevemos?

  1. Keukenhof
  2. Hard Rock Café
  3. Museu Van Gogh
  4. Museu MOCO
  5. Casa de Anne Frank
  6. Passeio de Barco nos Canais

 

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Conexão Lisboa!


Em nossa viagem a Europa, fizemos um conexão digamos que média em Lisboa.  Nós gostamos de aproveitar cada segundo de nossas viagens, inclusive conexão.

Chegamos em Lisboa as 8h da manhã e nosso voo de volta para o Brasil era as 12h. Pensamos: 4h de conexão total, então temos quase 3 horas para aproveitarmos a cidade.

Em 2011 eu visitei Lisboa e os pontos principais que pensei em ir nesta conexão seria Torre de Belém e Parque das Nações.

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Visita Torre de Belém 2011 – Stephanie linda na ponte!

Verifiquei o tempo de Uber do aeroporto para estes pontos turísticos. O circuito direto sem parar daria quase 1 hora. Pensei em ir primeiro para a Torre de Belém, comer um pastel de Belém e se desse tempo, iria para o Parque das Nações.

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Minha ideia inicial furou porque a Torre de Belém abre as 10h e eu queria entrar no monumento. Verifiquei o horário do teleférico do Parque das Nações e mais uma decepção, horário de abertura 11h.

Informações Teleférico de Lisboa

Informações Torre de Belém

Pasteis de Belém

Nosso plano B foi visitar o Elevador de Santa Justa que eu não conhecia.  O elevador fica próximo do Castelo de São Jorge, tem uma bela vista e abre as 07:30 h o que é era uma vantagem no nosso horário apertado.

Desde 2002 o Elevador de Santa Justa é classificado como Monumento Nacional. Ele foi inaugurado em 1902.

Do aeroporto até o Elevador pegamos um trânsito e chegamos nele as 9h. Tinha uma fila que não dava para ver o início, mas eu imaginava que deveria ter cerca de 50 pessoas na frente. Passaram 10 minutos, não demos nem 01 passo. Passaram 20 minutos e nada. Quase 40 minutos depois que chegamos, demos uns 10 passos e o rapaz das informações chegou ao local. Perguntamos a ele sobre a subida e pasme: subiam 12 pessoas por vez a cada 20 minutos. Naquele momento consegui ver o inicio da fila e deveria ter ainda umas 30 pessoas na minha frente apesar de muitas desistências. Fiquei bem chateada porque perdemos quase 02 horas da saída do aeroporto até aquele momento e não iria dar tempo para esperar até nossa vez para subir. Perguntei se havia outra forma de chegar no mirante do Elevador e por sorte havia. Demos a volta no quarteirão que era uma ladeira imensa! Estávamos carregando mochilões mas naquela altura do campeonato, era a única coisa possível de se fazer (o locker do aeroporto de Lisboa que fica no estacionamento não estava funcionando).

Informações Elevador Santa Justa

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Fila para Subir no Elevador de Santa Justa
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Elevador Santa Justa

A entrada para o Mirante do Elevador Santa Justa fica na Praça do Carmo.

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Chafariz do Carmo
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Mirante – Elevador Santa Justa

Vista do Mirante:

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Vista do mirante
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No canto direito, muro do Castelo de São Jorge
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Vista do Rio Tejo – Mirante Elevador Santa Justa
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Convento do Carmo
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Praça D. Pedro IV
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Descendo a ladeira do Bairro Alto

A vista é muito bonita, vale muito. Pena que perdemos muito tempo na fila do  elevador, que no final nem subimos. Depois dessa volta tivemos que voltar para o aeroporto, não daria tempo de ir em outro ponto turístico. Valeu o passeio e para quem tem pouco tempo como tivemos, a dica é subir a pé o mirante, pois a fila é espera mínima de 1 hora.

E você, tem alguma experiência de conexão em Lisboa? Conta pra gente!

Publicado em Alagoas

Piranhas – Alagoas


Do outro lado do rio São Francisco, próximo a cidade de Canindé de São Francisco, fica a charmosa cidade de Piranhas, que pertence ao estado de Alagoas.

Mal chegamos na cidade, almoçamos um peixe fresquinho e fomos para a praia do Rio Francisco. Ficamos bem no centro da cidade, achei o rio bem sinalizado, com boias que logicamente não ultrapassamos.

A cidade é bem simples: tem o rio, um mirante, um museu, serestas a noite – com bares bem cheios e é a porta de entrada para a Rota do Cangaço.

O hotel que nos hospedamos era bem simples e limpo. Procurei no Trivago o nome do hotel para postar, mas não o encontrei. A agência que fez o nosso pacote, deu este hotel como única opção. Ele está localizado bem  no centro de Piranhas, quase em frente a praia do Rio São Francisco.

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Banho na “Praia” do Rio São Francisco, Piranhas – AL

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Subida para o Mirante

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Vista do Velho Chico

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Mirante Piranhas – AL

No dia seguinte fizemos o tour Rota do Cangaço. Achei sensacional. Uma aula de geografia e história ao vivo.

O tour começa em um passeio de Catamarã até o Cangaço Eco Parque. Neste espaço há almoço, o rio demarcado para banho, stand up paddle (que Stephanie fez!) e uma trilha que leva até o ponto que Maria Bonita, Lampião e sua trupe foram mortos (trilha para grota de Angico).

No decorrer desta trilha, os guias estão fantasiados de Maria Bonita e Lampião. Fizemos o passeio em abril e estava um calor insuportável. Durante a caminhada tivemos que nos hidratar muito. O pessoal de apoio do parque vende água pelo percurso. Stephanie viu de pertinho o bioma caatinga e foi demais!

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Catamarã – Rota do Cangaço

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Recepção Cangaço Eco Parque

Trilha Grota do Angico

 

Local onde Maria Bonita e Lampião foram mortos:

 

Aqui não é uma aula de bioma caatinga?

 

 

Quando voltamos para margem do rio, a vontade era se jogar, mas o calor na trilha é tão forte, que se entrássemos direto no rio, teríamos um choque térmico!

 

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Slackline

 

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Standup

No final do dia voltamos para Piranhas e o transfer nos buscou para voltarmos para Aracaju. No dia seguinte nosso passeio para Foz do Rio São Francisco foi cancelado, pois a embarcação teve um problema. Com isso, ficamos curtindo a piscina do hotel e descansando, pois no dia seguinte já voltaríamos direto para o trabalho.

Publicado em Brasil Aracaju

Cânion do Xingó – SE


Escrever sobre Canindé de São Francisco é especialmente difícil neste momento. Fui na Páscoa deste ano conhecer nosso Velho Chico e há uma semana houve uma tragédia com um ator tão querido exatamente no mesmo cenário. Relembrei cada momento que passamos no Rio São Francisco, e foram muitos! Então gostaria de dizer que nossos corações estão em oração, pedindo força a família de Domingos Montagner e de Camila Pitanga, pois não consigo imaginar quão duro foi ver um amigo partir desta forma e não conseguir fazer nada para impedir.

Nosso segundo dia no Sergipe começou cedo, antes de 8h a agência Crystal foi nos buscar no hotel para fazermos o passeio no Cânion do Xingo, no município de Canindé de São Francisco. Este passeio geralmente é feito com  um bate e volta – são 3 horas de viagem aproximadamente, porém há possibilidade de fazer uma pernoite ou em Canindé ou em Piranhas, cidade pertencente ao estado de Alagoas, do outro lado do Rio São Francisco. Optamos por fazer a pernoite em Piranhas e vamos mostrar um pouco desta charmosa cidade que fez parte da rota do Império.

Por volta de 10:30h chegamos no Porto onde pegamos um Catamarã onde navegamos pelo Rio São Francisco. Quem faz o circuito bate e volta almoça no restaurante do porto chamado Karrancas, e para adiantar antes de embarcar já deixa tudo pago. Quando fomos tinha muita gente para fazer o passeio – vi muito mais de 15 vans, e por isso é bom adiantar tudo o que puder. Como nós iríamos fazer pernoite por lá, enquanto as pessoas almoçavam iríamos ser levadas até o hotel.

O catamarã é praticamente todo aberto e é muito muito muitooooo quente. Não pode esquecer de levar o protetor solar e um chapéu para se proteger! Na embarcação tem um bar onde é possível comprar água, refrigerante, cervejante, picolé…

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Imagem de São Francisco nas margens do rio que leva seu nome

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Catamarã Navegando no Velho Chico

O catamarã navega aproximadamente 1 hora até fazer a parada no Cânion onde podemos descer e tomar banho de rio numa área fechada tipo uma piscina que é cercada por rede. Esta piscina é bem funda e por isso entramos com coletes e/ou macarrão de hidroginástica.

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Piscina Infantil ao lado do Cânion do Xingó

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Piscina de Adulto – Cercada por rede – para entrar é solicitado colete e/ou macarrão – mais de 50m de profundidade

Para quem desejar, há uma opção de andar numa canoa pelo cânion que cobra BRL 5 por pessoa. Eu particularmente achei o Cânion muito pequeno, um percurso muito curto.

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Visão no Cânion

Na volta, como já havia dito o almoço é feito no restaurante Karrancas e há várias lembranças, inclusive personalizadas a venda. Durante todo passeio há fotógrafos disponíveis para fazer fotos.

Uma outra opção de passeio rápido é fazer stand up em frente ao restaurante no rio São Francisco.

Dica: para curtir efetivamente o Rio São Francisco sugiro a pernoite na região. O primeiro motivo é que se você fizer um bate/volta, são quase 7 horas dentro de uma van o que é muito cansativo, o  segundo motivo é que esse passeio costuma ser muito cheio, você ficará num espaço muito pequeno do rio com muita gente,  o que não é muito legal. É possível curtir muito mais a região fazendo outros passeios – o que não quer dizer que este não valha a pena!

Fomos para Piranhas por volta de 15h e nosso próximo post falarei sobre esta cidade super charmosa!

Publicado em Brasil Aracaju

Aracaju – SE


Como disse no post anterior, chegamos em Aracaju de madrugada e pudemos curtir dias inteiros. Começamos nosso roteiro curtindo um pouco o hotel,relaxando na piscina.

Nosso primeiro passeio foi o teleférico de Aracaju. Fomos de táxi até lá, a corrida deu BRL 50. Ele fica distante de Atalaia e não aconselho ir de ônibus. O interessante é ir  de táxi e pedir para o motorista aguardar, pois o teleférico se encontra em um local afastado da cidade. Nosso motorista de táxi subiu conosco no teleférico.

A subida é bem bonita, com muito verde, além da vista para o zoológico (não fomos no zoo). No alto tem uma estátua de Nossa Senhora da Conceição. Devido a todo o verde  por mais alto que seja, não conseguimos ver o mar ou qualquer coisa. Ao redor do alto morro do teleférico tem uma “floresta”, que nos avisaram para não entrar pois estava tendo muitos assaltos (os assaltantes estavam escondidos nas árvores). Nós acabamos entrando na mata pois um policial fez nossa a escolta (havia um grupo de 4 pessoas que estavam lá no momento além de nós 2). A beira do morro é possível ver Barra dos Coqueiros (cidade vizinha) e Aracaju. Andar de teleférico é bem legal, então acho um passeio que vale a pena, sem contar com o preço que é justo – BRL 16. O horário de funcionamento do teleférico é de 9:30 às 16h e não funciona as segundas).  Neste passeio o mais caro é realmente  o táxi.

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Nossa Senhora da Conceição

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Vista após caminhada na mata

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Saindo do Teleférico paramos no Mercado Municipal. Nele é possível comprar os artesanatos da cidade, e castanha – pra vários tipos e gostos: salgada, doce, com chocolate,… Me chamou a atenção o preço da castanha de caju: em média BRL 32/kg. Aqui no Rio de Janeiro a mesma castanha é vendida por BRL 65 – então, vale a pena comprar!

Demos várias voltas no mercado, almoçamos no restaurante a kilo que fica encima do mercado, que é bem gostoso, e tem uma vista bacana também.

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Vista do Restaurante – Mercado Municipal de Aracaju

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De lá fomos até o Museu da Gente Sergipana. Que museu encantador! De forma interativa, ele mostra a cultura sergipana e é gratuito!

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Museu da Gente Sergipana

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O Museu da Gente Sergipana fica próximo ao Mercado Municipal, cerca de 20 minutos caminhando porém confesso que peguei um táxi e custou cerca de BRL 10 (ele fica localizado na rua principal, onde fica o rio, em direção a Atalaia). Atenção que o museu não abre as segundas (horário de 10h as 16h – exceto final de semana e feriado que fecha as 15h – sim também achei estranho final de semana fechar mais cedo!!).

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entrada do museu

Passamos a tarde no museu e quando voltamos para o hotel, nos arrumamos para ir a orla de Atalaia para comer e conhecer o projeto Tamar que também tem uma unidade em Aracaju (o projeto está presente nos estados do RJ, SP, BA, SE, RN, CE). Para quem não conhece, o projeto Tamar luta e atua pela preservação das tartarugas-marinhas ameaçadas de extinção. Em Aracaju há um oceanário do projeto que funciona diariamente das 9h as 21h. A entrada custa BRL 18. O oceanário possui diversos aquários com tartarugas, tubarões, arraias e os mais diversos tipos de peixes. Para conhecer mais sobre o projeto, acesse o site Projeto Tamar.

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Orla de Atalaia

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Oceanário – Projeto Tamar

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Aquário Tartarugas

Depois de visitar o projeto, queria ir comer algo na Passarela do Caranguejo, mas estava tão cansada que comi próximo ao hotel e fui dormir, pois no dia seguinte nossa viagem começaria cedo para Canindé de São Francisco !<3

Publicado em Brasil Aracaju

Sergipe


Nossa aventura por terras sergipanas começou como todas as outras. Uma pesquisa pelo Decolar.com trazia a seguinte promoção: BRL 200 cada trecho. Meus conhecimentos sobre Sergipe eram muito básicos: localizado no nordeste, algumas empresas que eu trabalhei e inclusive a atual tem base lá: leia-se tem petróleo. Mesmo assim não pensei muito, escolhi uma data, liguei para o chefe e pedi 2 dias de folga e comprei.

Passagens compradas para passar a páscoa em Aracaju e a interrogação: o que fazer no Sergipe?

Por sorte a namorado do meu (ex) estagiário (já mudei de empresa!) tem família em Aracaju e me deu contato da Rosangela Santos, guia de turismo que me ajudou muito! Ela trabalha na Crystal Receptivo, uma agência onde comprei os pacotes de passeios. Os passeios podem ser parcelados em 2x. Cada passeio custa cerca de BRL 160.

Nosso roteiro para a Páscoa foi o seguinte:

Dia 0: partida do Rio de Janeiro 23:55 e chegada em Aracaju  2:20 – voo direto pela Gol – o voo de madrugada permitiu que eu não faltasse ao trabalho e que aproveitássemos o dia 1 inteiro em Aracaju – ponto contra: pagamos 1 diária a mais (diária de 23/03)

Dia 1: 24/03: city tour por Aracaju – fizemos por conta própria

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Dia 2: 25/03: Cânion do Xingó – pernoite em Piranhas, Alagoas

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Dia 3: 26/03: Rota do Cangaço

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Dia 4: 27/03: Praia do Saco

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Dia 5: 28/03: Foz do Rio São Francisco: nosso passeio foi cancelado na noite anterior porque deu um problema na embarcação. Ficamos triste mas foi bom para curtirmos o hotel e descansarmos. A viagem foi bem cansativa. Fizemos no final de março e o sol nos castigou.

Dia 6: 29/03: Retorno para o Rio de Janeiro: saída de Aracaju 2:50 e  chegado ao Rio de Janeiro 05:08. Mais uma vez optamos pelo voo de madrugada. Aproveitamos o dia 06 até o último minuto e como ponto negativo é o pagamento de mais 1 diária.  Para esta situação é possível não se pagar a diária do dia 28  de março após meio dia e deixar as malas no guarda volumes do hotel, mas optamos por pagar e tomar banho a noite, pois dia 29 eu fui trabalhar e Stephanie foi para aula.

Hospedagem: Passamos uma noite em uma pousada bem simples na cidade de Piranhas, Alagoas às margem do Rio São Francisco. Por ser um feriado, com uma diária quebrada, não conseguimos ficar no mesmo hotel em Aracaju. Ficamos hospedadas em 2 hotéis diferentes em Aracaju: Mercure e Radisson. Os dois são excelentes hotéis e ficam um quarteirão de distância um do outro. O hotel Mercure tem ótimas promoções e é possível conseguir a diária por menos de BRL 200. A diária do hotel Radisson  é em média BRL 350. Como sempre fiz minha reserva pelo site Hoteis.com.

Nos próximos posts iremos dar detalhes de como foi nosso dia a dia.

Boa viagem <3!

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Iguarias Mexicanas – um post dedicado as comidas que vi e provei – 2013-2014


Aqui no Brasil quando falamos em comida mexicana pensamos em Tacos, Burritos, Guaca-mole, Nachos e a bebida é Tequila.

Viajei ao México 2 vezes e conheci cidades incríveis: Cidade do México, Taxco, Acapulco, Guadalajara, Tequila, Cancun, Veracruz, Jalcomulco, Orizaba e Puebla – e com isso conheci muitos sabores no México.

Este post é dedicado aos sabores e olores mexicanos. Uma mostra de tudo o que eu vi e experimentei.

Buen Provecho!

1.Tequila! Toda tequila original deve ser produzida no estado de Jalisco, cuja capital chama-se Guadalajara, conhecida pelos brasileiros principalmente por ter sediado os jogos pan-americanos de 2011. Fui “iniciada” nesta bebida  na pequena cidade de Tequila, localizada a 70 km da capital – conhecemos a fábrica da Jose Cuervo e fábricas artesanais (amo Tres Mujeres!) onde aprendi apreciar a bebida feita de agave azul (a planta pontudinha da foto).

 

2. Tamarindo com chile: sabe aquela coisa que você vê todo mundo  comendo? E comendo com gosto? A impressão que eu tive é que tamarindo com chile seria como açaí para os brasileiros… mas o gosto… sem comentários…ok que chile é pimenta, mas era ardido demais! esse pó vermelho sobre o tamarindo era mais pimenta! Encontrei essa iguaria nas praias de Acapulco.

3. Na foto abaixo tirada na Cidade do México eu experimentei:

  • Água de arroz ou horcacha:bebida parecida com arroz doce: você pega o leite da água do arroz e adoça com canela. Esta bebida é originária de Valencia, Espanha, mas muito popular no México. Ela pode ser alcoólica ou não – provei a versão não alcoólica. Para quem quiser experimentar, a receita está disponível no site horcacha com rum.
  • Pozole: sopa que pode ser com carne de boi, frango, porco ou legumes. Encontrei a receita de pozole no site tudo receitas: pozole
  • grandes nachos/doritos
  • detalhe para o abacate

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4.Taco al Pastor: nunca vi uma coisa tãooooo cheirosa e que encontrava em todas as esquinas da Cidade do México. Não comi porque fiquei com medo de passar mal, pois era assado no meio da rua, porém há um restaurante em Ipanema que serve Taco al Pastor -onde experimentei essa iguaria ( Restaurante Blue Agave)! O taco al pastor é uma receita com lombo de porco, pimenta e abacaxi.

 

5.Água de Jamaica ou Chá de Hibisco: Conheci o chá de hibisco no México, mais precisamente em Acapulco quando ele ainda não era popular por aqui. Aqui tomam sem açúcar, quente,… lá ele é uma bebida refrescante que substitui facilmente um refrigerante. PS: não tomei o da foto, tomei em um restaurante, mas esta barraquinha me lembrou muito o Chaves!

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As próximas comidas que falarei conheci em Xico e Puebla. Quando fui a Puebla, estava na época da festa gastronômica, então tinha alguns pratos sazonais e tive sorte de experimentar. Puebla é conhecida por seus doces. Eu particularmente achei que muitos deles temos aqui como nomes diferentes. Vi brigadeiros como sendo típicos de lá, doces de abóbora, doces de batata doce, e me surpreendi com o sabor do sorvete que experimentei, como vocês verão logo a seguir.

6. Mole:  mole é um prato feito de peito de frango com um molho especial (que é propriamente o moles) feito a base de chocolate e pimenta. Ele é servido com arroz vermelho que é uma delícia. Lá em Puebla há umas barracas que vendem a pasta de mole para você misturar na água (é muito ingrediente,como vocês verão a seguir) e vi no mercado  vidrinhos tipo molho de tomate de moles para vender. Comi pela primeira vez em um restaurante na cidade de Xico, e agora apesar de ter a receita, tenho fico na vontade. Donos de restaurantes mexicanos no Rio de Janeiro, vocês poderiam incluir este prato no cardápio, viu?!

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Mole

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Mole que fiz em casa com a pasta artesanal que comprei em Puebla

Foi um prato que eu realmente adorei e por isso vou deixar a receita aqui para quem quiser experimentar:

Ingredientes 

1 peito de frango grande
2 cebolas descascadas picadas
8 dentes de alho descascados e cortados ao meio
1 colher de chá de sal
1/4 de xícara de chá de azeite
1 pimentão se semente picado
1 pimenta jalapeño
3 guajillo chili – pimenta seca mexicana 
2 colheres de sopa de amêndoas fatiadas
2 colheres de sopa de sementes de gergelim
2 colheres de sopa de amendoim torrado
2 colheres de sopa de sementes de abóbora 
2 colheres de sopa de nozes 
1 colher de sopa de semente de coentro
1 colher de sopa de cravo da índia
500 g de tomate (pelado em lata)
1/2 xícara de chá de uvas passas
1 anis estrelado
1 pau de canela
3 unidades de zimbro
1 colher de sopa de pimenta-do-reino
1 barra de chocolate amargo picado (aproximadamente 250g)
1 colher de sopa de açúcar mascavo

Modo de Fazer:

Tempere o frango com metade do sal e leve à panela com metade da cebola e do alho, cubra com água e deixe ferver até que o frango esteja cozido (macio), cerca de 30 minutos. Retire o frango, reserve e coe a água do cozimento para usar no molho. Toste as amêndoas, a castanha do pará, o amendoim, as sementes de gergelim e sementes de abóbora. Reserve. Em um pilão macere as especiarias (menos a canela): a pimenta-do-reino, a semente de coentro, o zimbro e o cravo. Reserve. Aqueça o azeite em uma panela em fogo médio. Refogue o restante da cebola, do alho, o pimentão e as pimentas picados  (coloque metade do sal) até que dourem bem. Junte uma concha do caldo do frango, pau de canela e deixe cozinhar até amolecer bem. Acrescente o tomate, um copo de água e deixe cozinhar até que fique um molho grosso. Nesse momento você pode bater o molho no liquidificador e coar em uma peneira. Coloque as uvas passas, o açúcar mascavo, o chocolate  e mexa bem até derrete-lo.  O molho ficará bem grosso, vá colocando mais caldo do frango para diluir, mas sem deixar muito ralo. Deixe cozinhar por pelo menos 1 hora ou mais, para que os ingredientes se integrem bem. Retire o pau da canela e bata com no liquidificador, até que o molho fique uniforme.Junte esse molho ao frango e sirva.

7.Chile en Nogada: extremamente típico e sazonal é um prato que classificaria como muito exótico.É uma espécie de pimentão recheado de carne de porco e fruta com cobertura de um creme com nozes. Gostei do recheio, o pimentão que foi difícilll. Tanto o chile en nogada quanto o sorvete de lavanda que está logo a seguir experimentei no restaurante  La Conjura Casa de Comidas Lentas, que fica na calle  9 Oriente 201, Centro, Puebla. O restaurante é bem bonito, parece uma gruta.

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Chile en Nogada: tipo de pimentão recheado com carne de porco e frutas

8. Sorvete de Lavanda: tomar sorvete de lavanda foi uma experiência interessante… o cheiro era de lavanda! Então parecia que eu estava tomando perfume. Gostoso, diferente, tomaria de novo.

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Helado de Lavanda

9.Cajeta Quemada e Cajeta Envinada: doce de leite de cabra: nas versões queimado ou com licor de tequila: precisa dizer mais alguma coisa? sensacional!

 

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10. Obleas: Doces recheados com cajeta. Parece uma óstia.

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11. Doces de Leite con tequila: gente 10 em 10 amigos amaram este doce. Comprei a primeira vez na loja da Jose Cuervo em Tequila e depois encontrei no aeroporto da Cidade do México.

 

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12. Toritos:  Originários de Sotavento, região que vai desde o Porto até o sul de Alvarado, Veracruz, os toritos são una bebida feita com álcool de cana saborizado com frutas naturais. Seu nome contém parte da historia da região que fala sobre os trabalhadores que cortavam a cana de açúcar e passavam árduas jornadas de trabalho. Para aguentar faziam bebidas de frutas e adicionavam  álcool e  se sentiam forte como touros. Hoje em dia, o torito é muito popular em todo estado de  Veracruz, los existe de todo tipo de sabores desde frutas exóticas  graviola,  coco até de café, amendoim ou nozes misturados servidos com gelo frapé. Apesar da doçura de seu sabor, não se engane, arás dessa explosão de sabor y frescor existe vários graus de álcool de cana. Em Xico comprei na casa de uma senhora um de amendoim e um de framboesa (feitos em casa!). No aeroporto comprei de café, manga, coco. Se vocês tiverem oportunidade, não vão se arrepender – é uma delícia!

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13. Mezcal: antes de fazer essa viagem, tinha uma coisa na mente: vou provar mezcal – porque macho que é macho não toma tequila- toma mezcal! O mezcal, assim como a tequila também é extraído do agave azul, porém é considerada uma bebida mais rústica, pois é destilada apenas 1 vez enquanto a tequila passa por este processo cerca de 3 vezes. Uma curiosidade é o antigo costume de algumas marcas de introduzirem a larva de uma borboleta chamada de gusano dentro das garrafas de mezcal. Esta larva, que normalmente se desenvolve no meio das plantas do agave, mantém-se intacta se submetida a determinado teor alcoólico na bebida, abaixo deste teor ela se desintegra. No aeroporto da Cidade do México a loja do duty free dá provas de mezcal e eu percebi que eu não era tãoo macho assim. Não curti e comprei uma garrafinha miniatura de recuerdo.

 

 

 

 

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México – Casa Azul – Frida Khalo – 17.09.14


Antes de voltar ao Rio de Janeiro, como uma pessoa diferente, que havia superado vários obstáculos, fiz uma conexão longa na Cidade do México. Era minha segunda vez na cidade, em minha primeira ida ao México havia conhecido a cidade.

Oscar foi me buscar no aeroporto para me levar a um lugar que não consegui entrar na minha primeira vez porque a fila estava enorme e  eu estava com a agenda cheia: Casa Azul – Museu Frida Khalo. Tive muita sorte de só ter conhecido a Casa Azul por dentro nesta visita. A primeira dica que eu posso dar é que antes de ir ao Museu, veja o filme Frida, com Salma Hayek no papel de Frida. Conhecer a história dela é fundamental para entender e curtir a Casa Azul.

Magdalena Carmen Frida Kahlo y Calderon foi uma das personagens mais marcantes da história do México. Ela como ficou conhecida, teve uma vida de superações e sofrimentos que refletidos em sua obra a tornara m uma das maiores pintoras do século. Frida sempre foi apaixonada pela cultura de seu país e adorava tudo que remetesse às tradições mexicanas, o que evidenciava em sua maneira de se vestir. Sua obra mostrava sobretudo auto-retratos, que mostrava sua impossibilidade de ter filhos.Sua primeira tragédia aconteceu quando ela tinha seis anos:a poliomelite a deixou de cama por vários dias e como seqüela  Frida ficou com um dos pés atrofiado e uma perna mais fina que a outra. Aos 18 anos mais um fato trágico  ocorreu em sua vida: um grave acidente de ônibus a deixou a beira da morte. Uma barra de ferro pelo perfurou seu abdômen, causando múltiplas fraturas, inclusive na  coluna vertebral fez com que ela passasse por 35 cirurgias. Além disso, seu amor por Diego Rivera foi mais uma dor que ela teve que suportar. Através da pintura e a poesia, ela expôs sua dor ao mundo.

A Casa Azul fica localizada em Coyocan, um pouco longe do centro do DF (Distrito Federal – Cidade do México). Desta vez o Oscar me levou de carro, mas a primeira vez que fui ao DF, peguei o ônibus turístico – há uma parada próxima a Casa Azul.

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Desta vez por ser uma conexão  longa não me hospedei, mas em minha outra viagem ao México me hospedei na chamada Zona Rosa (dizem que é de público GLS, havia boates, mas nada que me chamasse atenção negativamente). Como fui a várias cidades do México, acabei me hospedando em 2 hotéis diferentes, pois fiquei na cidade dois finais de semana para poder me encontrar  com 2 amigos: Room Mate Valentina e Royal Reforma – gente nem lembrava, mas os 2 eram na mesma rua! Acho que foi uma questão de disponibilidade e preço. Fiz as reservas pela Decolar.com.

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Distância de Carro do hotel que me hospedei até a Casa Azul – No ônibus turístico levou mais ou menos 1 hora e meia!

O ingresso para entrar no museu custa MEX 120 durante a semana e  MEX 140 final de semana e aceitam cartão de crédito. Porém para se tirar fotos existe uma taxa de MEX 60. O museu não abre as segundas e encerra o expediente as 17:45. Há uma lojinha de souvenier do museu que dá  vontade de comprar tudo!! Para mais informações, acessem Museu Frida Khalo.

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Cozinha da Frida

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No anexo a Casa Azul, há uma ala  com as roupas de Frida que tinham um toque cultural mexicano

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Jardim Frida Khalo

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Publicado em México

México – Puebla – 16.09.14


Acordei no dia seguinte livre da enxaqueca. Oscar buscou vários remédios para me ajudar e a missão foi cumprida com sucesso. Perdi a véspera da festa da independência do México: as pessoas aguardam meia noite para comemorar, como se fosse véspera de ano novo. A sensação que eu tive é que o povo mexicano é mais conectado com essas festas do que nós brasileiros. O presidente do México vai ao Zocalo, localizado na Cidade do México (conto mais sobre este local no post de minha viagem ao México em 2013), e faz um discurso a nação. Eu passei a independência em Puebla -Heroica Puebla de Zaragoza, cidade fundada em 1531 por espanhóis, a quarta maior cidade do país.

Basicamente meu dia em Puebla foi dividido nas seguintes atividades:

  1. desfile cívico
  2. catedral de Puebla
  3. comer, comer, comer: os sabores do México
  4. banho de temazcal

Meu dia começou em um restaurante simpático onde tomei café da manhã. Infelizmente não consigo lembrar o nome do restaurante e localização, mas amei a decoração, bem cultural mexicana.

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O desfile cívico me pareceu uma mistura de desfile da independência com teatro (no sentido que tinha muita encenação) , muita gente nas ruas, militares, desfile de escolares, cultura…

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Depois do desfile fui a catedral de Puebla, a basílica de Puebla. Ela fica em frente ao Zocalo (entendo como Zocalo toda praça importante – já havia citado o Zocalo da Cidade do México, onde o presidente fez o discurso da independência, me hospedei em Veracruz em frente ao Zocalo,…). Esta catedral foi construída entre os séculos XVI e XVII e é declarado como patrimônio da humanidade.É um dos museus mais importantes de arte novohispanico. É rica de obras de artes, esculturas, carpintaria de qualidade artística, tesouros de ouro, prata e diamantes. Quando entrei na catedral, tudo que eu via era muita riqueza. E  olha que já fui em igrejas belíssimas.

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Catedral de Puebla

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Puebla é conhecida como a cidade dos doces. Saí da basílica e fui conhecer os doces poblanos. Acho que a maioria dos doces tem no Brasil. Sabe aqueles doces que achamos que só tem aqui? Então, tem lá também e eles acham que só tem lá. Engraçado né? Confesso que nesta viagem comprei uma mala só para trazer comidas e por isso meu próximo post será sobre os sabores do México (coisas que experimentei em 2013 e 2014). Tem brigadeiro, pé de moleque, doce de batata doce, doce de abóbora, … os meus preferidos são os que eu considero verdadeiramente locais como cajeta (doce de leite de cabra), que tem as versões cajeta quemada e cajeta envinada (com vinho), oblea: que é uma massa branca fininha… parece uma  hóstia recheada com cajeta… muito bom!

O almoço em Puebla foi o mais mexicano possível. Estávamos no mês gastronômico e comi un Chile a Nogada e sorvete de lavanda – sim vocês entenderam certo sorvete de florrrr. O post Sabores do México vai explorar um pouco mais esta experiência única!

Uma das coisas que eu queria ter feito no México Verde mas não tive tempo para fazer foi tomar banho de Temazcal. O banho de temazcal é um banho difundido entre as culturas pré hispânicas da Mesoamérica. A origem do nome temazo: vapor casa, casa de banho e calli: casa. Por milhares de anos, muito antes da chegada dos espanhóis, os povos indígenas da América Central já tinham desenvolvido uma civilização altamente avançada, métodos de saúde foram baseados na utilização de elementos naturais. Higiene e limpeza eram uma parte de seu sistema. O temazcal foi usado para as mulheres antes, durante e após o parto, para tratar várias doenças da população e para a limpeza e bem-estar geral, e este banho com ervas faz parte da vida tradicional e ritual.

Tradicionalmente, o banheiro é feito de pedra, com uma estrutura circular, como um iglu ou pode ser quadrada. Elas também são feitas com estruturas temporárias feitas de galhos e folhas, peles ou cobertores e outros materiais, na etnia do norte do México foi moldada como “tipi”, o Temazcal é uma pequena estrutura fechada, onde você entra as pedras porosas, previamente aquecida, derrama uma infusão de ervas, causando vapor medicinal e, dentro deste útero da mãe terra, a alquimia dos cinco elementos, eles desenvolvem e trabalham a terra representada pelas pedras e os nossos corpo físico, água, através da infusão de ervas e nosso suor, pelo calor do fogo, o nosso coração e espírito, o vento e o cheiro da respiração e o ativador de todos estes elementos .

Agora que vocês já sabem um pouquinho da teoria do banho de temazcal, eu procurei na internet e descobri que vários hotéis em Puebla, ofereciam este banho. Geralmente tem que se marcar este banho com mais de 24h de antecedência para que a terapeuta se prepare para ofertá-lo, tem várias coisas que a pessoa não pode fazer de véspera, mas tive sorte de conseguir  uma pessoa disponível para me dar o banho.

Fiz o banho no hotel Casona San Antonio. Você pode tomar o banho de roupa de praia ou nu. Fui para um pequeno iglu feito de pedra e sob várias rezas, suei muito. A temperatura é muito muito quente, cerca de 50C eu acho. A mulher que fez meu banho evocou as forças da natureza, pediu para eu esquecer tudo o que eu conhecia para me transportar ao ventre, a  terra mãe e perdoar tudo e todos que causam sofrimento. Foram momentos de perdões e agradecimentos por todas as bençãos que recebi. Lembro-me que ela pediu para pensar em alguns animais e cada um significava parte de minha personalidade em alguma situação da minha vida. Em diversos momentos ela pegava ervas e jogava em mim. Certamente saí de lá mais leve. Seria difícil descrever aqui tudo o que senti.

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Banho de Temazcal

Depois do banho, fui para rodoviária pegar um ônibus para Veracruz e o Oscar voltou de carro para DF Cdd Mexico. Meu voo era na próxima manhã, com conexão na Cidade do México –  tinha o dia para disfrutar o que não tive tempo de fazer em minha primeira ida a esta cidade: a Casa Azul! ❤

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México – Orizaba, Tlachichuca – 15.09.14


Cheguei em Orizaba mais de meia noite. Havia reservado uma diária no hotel Holiday Inn que ficava menos de 5 minutos da rodoviária. Naquela noite eu não dormi, eu capotei!

Antes das 7h da manhã o Oscar estava no hotel. A recepção me acordou para avisar que ele havia chegado. Me arrumei super rápido e fui encontrá-lo. O café da manhã não havia sido servido ainda e tínhamos uma viagem até o início de nossa aventura: o Pico do Orizaba.

O vulcão Pico do Orizaba ou Citlaltepetl (que significa estrela da montanha) é a montanha mais alta do México e a terceira maior da América do Norte. Ele também é o terceiro vulcão mais alto do hemisfério ocidental porém encontra-se inativo (o que não significa extinto – sua última erupção foi em 1687). O Pico do Orizaba possui 5.610m de altitude e está localizado na fronteira dos estados de Veracruz e Puebla. Existe mais de um caminho para se percorrer até o topo e eu escolhi o que se inicia por Tlachichuca. Quem nos ajudou a fazer esse passeio foi a empresa Servimont – http://www.servimont.com.mx/en/ – mais precisamente Gerardo Reyes – que me orientou sobre tudo quando estava ainda no Rio de Janeiro, indicando ir a montanha por Tlachichuca por ser o lado mais bonito da subida.

Na viagem entre Orizaba e Tlachichuca podíamos ver paisagens lindas tendo como pano de fundo o Pico do Orizaba e seu cume nevado.

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Chegamos no vilarejo de Tlachichuca e não tivemos dificuldade em encontrar a Servimont. Ela funciona numa antiga fábrica de sabonetes e é uma volta ao passado ver as antigas máquinas que ali se encontram.

Ganhamos lanches do Gerardo e já me antecipando um pouco fiquei super triste de não ter comido com ele na volta do passeio. Mas depois eu explico porquê.

Depois de comprarmos mais água para estarmos totalmente abastecidos, pegamos uma jardineira 4 x 4 que nos deixou aos pés da montanha. Quem dirigiu o carro foi o filho do Gerardo e um guia nos acompanhou na primeira etapa desta aventura (fato que nos deu mais assunto foi que a filha do Gerardo fez intercâmbio na Puc-RJ! O mundo é super pequeno né!).

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Início da Caminhada

Adrenalina me deixou morrendo de calor apesar da baixa temperatura

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Morta com a altitude

Altitude pesava de todos os lados. Primeira coisa que eu pensei: “Meu Deus não vou conseguir caminhar nem  minutos! Vim até aqui a toa!”

Mas de repente veio uma força dentro de mim, que eu sequer sabia que existia.

Neste pico aprendi a ter perseverança, a ir sempre um pouco mais, mas principalmente saber que quando o ar lhe falta, respire fundo. Então quando a paciência nos falta, a falta de vontade ou qualquer outra coisa, respire fundo quantas vezes forem necessárias até seu corpo se reacostumar a essa nova situação. Tenha certeza que ele vai reacostumar e você vai conseguir! Somos seres adaptáveis. Só temos que dar tempo ao tempo! Para vocês terem uma ideia comparativa, o maior pico do Brasil é o Pico da Neblina com 2.993m. Não cheguei ao topo do Orizaba, mas cheguei a 4.000m!

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Eu lembro que em um determinado momento o guia me falou: Bianca vamos voltar já está bom – mas eu não conseguia ver o pico ainda… Descansava um pouco e depois avançava. Num determinado ponto pude ver o pico e fiquei deslumbrada. Tinha um morrinho logo a frente que se conseguíssemos ultrapassar, a vista melhoria a beça. Esse morrinho foi meu topo do Orizaba. Sabe aqueles 300m que parece a vida? Foi assim até alcançá-lo.

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Meu Pico

O pior foi a volta. Oscar pensou que eu não ia conseguir voltar e já estava arquitetando como me carregar. Na verdade eu andei no automático. Não conseguia parar, dava tremedeira nas pernas. Quando finalmente chegamos a base senti uma dor de cabeça insuportável, provavelmente devido a escassez de oxigênio.

Fiquei chateada porque o Gerardo havia preparado algumas guloseimas, mas com minha dor de cabeça insuportável tudo o que eu queria era ir para o hotel. A próxima parada foi em Puebla, onde eu havia reservado um hostel, mas com todo meu mal estar nem o procurei – fui direto para um hotel para dormir e me recuperar de toda a aventura <3!