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México- Veracruz, Xico, Coatepec, Orizaba – 14.09.14


No dia seguinte fui acordada por volta de 7h da manha por um animado grupo do hotel.

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O tempo estava chuvoso. Fiz meu primeiro café na varanda da barraca, com café quentinho e depois fui para o café da manhã esquisito com uma conotação portuguesa. Na minha primeira viagem ao México eu estranhei muito o café da manhã: eles comem frijoles (os feijões fritos), guacamole (creminho de abacate), bacon, salsicha, difícil achar pãezinhos, frios e bolos.

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Tomei banho e fui para o “refeitório”, porém adivinhe quem eu encontrei no meio do caminho? Um sapo ou perereca ou rã ou sei lá o que! Corri muito!!! Depois fiquei com medo de voltar a barraca, fiquei com medo de entrar na barraca. Quando você vê o animal dá medo mas é ok. Quando você não o vê, dá pânico!!! Ele pode aparecer a qualquer momento. Lá no hotel tem vários cães para espantar sapo :p

Eu tinha agendado um rapel de 25m que fica próximo as instalações do México Verde que seria mais ou menos equivalente a um prédio de 7 andares (já é alto, né?). Mas adivinhem – estava com tanta coragem que pedi para trocar pelo rapel de 85m (um prédio de 25 andares!!!!). O morro para fazer este rappel fica na cidade (ou seria vilarejo??) de Xico. Felizmente fui adotada pela família Rullan/Santaella que me deram muita força. Pensei que não ia sentir tanto medo porque já tinha feito rapel (sim chorei da outra vez que fiz em Itaipava, mas já sabia o que viria, como era se algo saísse errado…), e além disso me pareceu mais seguro porque se acontece algo o instrutor tem mais controle que no rafting por exemplo. Pois bem, coloquei todo o equipamento e quando comecei a treinar os movimentos para descer… tcharannnn: comecei a chorar Não conseguia manipular as cordas para descer ou frear… eu não tinha força. Como era uma altura muito grande, os equipamentos eram diferentes do pequeno rapel que eu havia feito no Brasil.

Foi aí que veio a grande lição do meu instrutor Rafael: podemos fazer tudo o que quisermos, se esta for realmente nossa vontade. Porém as vezes precisamos de uma ajuda. Então ele disse que desceria o primeiro nível comigo (uns 2m). Ainda assim fiquei com medo porque eu realmente não tinha força. Foi então que ele sugeriu que eu descesse pela corda de segurança. O medo ainda existia mas sentia confiança em descer e desci. Lição daquele domingo 14/09/2014: precisamos uns dos outros e se tivermos limitações, com com adaptações podemos chegar aonde quisermos!

O pessoal tirou muita foto minha chorando, mas ninguém me mandou!

As fotos que eu tenho foram as que eu tirei da máquina descartável a prova d’água que eu havia comprado. Agora tenho uma máquina a prova d’água, mas realmente eu não teria como tirar foto minha.

Este era o costão ao lado de onde desci de rapel em Xico.

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um pouco antes do rapel

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Foi verdadeiramente um grande desafio descer. Caminhamos bastante para voltar mas valeu a pena. Após todos descerem fomos almoçar e experimentei um prato típico mexicano: mole. Mole é um molho de chocolate apimentado que é posto sobre o frango. Comi com arroz vermelho (arroz cozido com tomate/molho de tomate). É bem gostoso. Quando fui a Puebla comprei potes deste molho e trouxe para o Brasil.

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Almoço depois do rapel
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Mole Poblano que fiz em casa!

Depois do almoço fomos para o Museu do Café localizado em Coatepec. No caminho comprei 2 garrafas de  torito, uma bebida típica da região feita  artesanalmente: aguardente, leite e fruta. Uma delícia. Pude experimentar vários sabores, mas comprei de amendoim e framboesa. Ao longo da viagem comprei tanta coisa que experimentei… Aliás esta foi a primeira e única viagem até hoje que trouxe (na verdade comprei lá) uma mala só de comida! Vou fazer um post destacando apenas as comidas, afinal não só de tacos, nachos e guacamole vivem os mexicanos!

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Este museu é bem legal. Vamos a plantação do café e vemos cada um dos passos que o café é submetido até chegar as nossas xícaras – incluindo a parte do ensacamento e armazenagem. É realmente muito interessante.

Chegamos no hotel muito mais tarde do que eu gostaria. Eu já havia feito o check out e iria até Xalapa (ou Jalapa??) pegar um ônibus até Orizaba (a viação ADO faz esse percurso e o preço da passagem é MXN 240), meu próximo destino, onde encontrei meu amigo Oscar Cárdenas para mais um dia de aventura <3.

Cheguei  em Orizaba era mais de meia noite.

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México- Veracruz e Jalcomulco- 13.09.14 –


No sábado acordei o mais cedo que pude. Tinhas minhas últimas horas em Veracruz antes de ir para Jalcomulco, mais precisamente no hotel Mexico Verde, um resort de aventuras. Não sei como consegui achar este hotel, mas de uma coisa eu tenho certeza: voltarei um dia com a Stephanie!

Mas vamos voltar as últimas horas em Veracruz.  Peguei um táxi e fui conhecer Boca del Rio, que é como se fosse a Barra da Tijuca de Veracruz. Muitos condomínios de casas belíssimas em frente ao mar. Cheguei lá por volta de 7h da manhã e fiz uma boa caminhada na praia. A praia não tem areia e não parecia muito apta a mergulhar (fora o fato do mal tempo que peguei nestes dias!).

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Primeira observação: não há pombos no México, há cuervos!
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Frida Khalo na orla de Boca del Rio!
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Que nunca nos falte: Amor, Honra e Verdade – Bem ser, Bem fazer, Bem estar, Bem comum! – Monumento em Boca del Rio

No final da orla há um monumento em homenagem a cultura Papantla – os homens voadores: um ritual indígena criado para pedir que Deus acabe com a seca.  O ritual consiste em uma dança, onde se escala um poste de 30 metros a partir da qual quatro dos cinco participantes, jogam-se amarrados com cordas para descer até o chão.  O quinto permanece no topo do mastro, dançando e tocando flauta e tambor. Vi este ritual ao vivo quando fui a Teotihuacan (cidade antiga onde ficam as pirâmides astecas!) e é bem legal!

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Depois da caminhada fui tomar café da manhã num lugar bem famoso no México: Gran Café La Parroquia: um café datado de 1750! Tradicionalmente as pessoas pedem café com leite (dizem que essa combinação foi inventada pelos holandeses, vocês sabiam?!). Enquanto o garçom “derrama” o leite sobre o café, batemos a colher  no copo nesta cafeteria. É muito legal!

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Comi correndo e voltei para o hotel. O transfer para México Verde já estava me esperando. Se você quiser ir ao resort México Verde, a melhor opção é ir de avião até Xalapa ou Jalapa (é o mesmo lugar!). Uma curiosidade a pimenta jalapeña não é produzida em Jalapa – fiquei arrasada – não entendi nada sobre essa falsa alusão!

Conheci o México Verde no Brasil, quando fazia uma busca de Rafting próximo a Veracruz. Eu queria aventura e diversão nessa viagem – e o México Verde é uma grande família onde você certamente encontrará isso. Fui imensamente bem recebida – havia explicado para a menina qual era minha situação, que estava viajando sozinha, mas não queria me sentir sozinha.  O México Verde oferece as seguintes atividades:

  • Outdoor Training
  • Bicicleta em Trilha
  • Escalada
  • Gotcha
  • Caiaque
  • Rafting
  • Rappel: tem 2 possibilidades com alturas diferentes: 20m  e 50m (este em Xico)
  • Tirolesa
  • Trekking Aquático
  • Canionismo
  • Tour Museu Café
  • Banho de Temazcal
  • Sandboarding (em Chachalacas, a 50km de Veracruz)

Eu fiz rafting, rappel e o tour do museu do café. Queria ter feito o banho de Temazcal, mas não consegui porque não tive tempo (porém consegui fazer o banho quando fui em Puebla – vou contar como foi!!!)

Cheguei  no hotel próximo a hora do almoço – são quase 2 horas de Veracruz até o hotel que fica no município de Jalcomulco. O hotel oferece todas as refeições para quem se hospeda e é possível fazer as atividades sem se hospedar. Esse hotel é um acampamento de luxo, e vocês perceberão isso com as fotos das acomodações:

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Minha barraca!

 

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Lateral da Barraca
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Varandinha

Banheiro dentro da barraca, isso que é acampar em grande estilo!

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De onde vem a água quente!
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Minha cama!
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Varandinha!
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Várias Tendas/Barracas

Depois de deixar minhas coisas no quarto, fui para piscina para relaxar um pouco antes do almoço e do rafting que fiz naquela tarde.

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Quando os instrutores do rafting começaram a ensinar o que fazer pensei… o que estou fazendo aqui! Morro de medo disso, porque resolvi me desafiar a enfrentar isso ???? Foi aí que comecei meu segundo desafio do México, após conseguir “domar” os golfinhos.  Pegamos o transporte até o rio e foi um momento de super reflexão. Ainda dava pra desistir. Mas onde fica a superação??? Te digo que o rafting para mim foi um excelente treinamento. Treinamento de liderança e trabalho em equipe. Agradeço meu instrutor Oscar Ortega Gomes por toda segurança que me passou. Sem VOCÊ eu não teria conseguido. Acho que isso é ser um líder de verdade, passar segurança a equipe, mostrar que todos podem, coordenar um grupo tão heterogêneo. Queria agradecer a toda minha equipe. É uma pena que eu não tenha pego contato deles, mas Defenhos Sarah, Maurício, Fernando e Alejandro, onde quer q vcs estejam saibam que aquela tarde ficará na minha mente, em minha memória para sempre. O nosso trabalho em equipe, toda nossa coordenação, força e coragem que vocês me deram! Me fizeram pular no rio! E Oscar você tem toda razão: fiquei boa parte com pezinhos de águia no meu ponto de segurança porque estava com muito medo de cair em qualquer tranco! Passamos pelas portas do inferno e saímos ilesos!!!!! 

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Nosso Grupo: Sarah, Maurício, Oscar, eu, Alejandro e Fernando

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Voltamos revigorados querendo ir de novo! Nos momentos calmos do rio foi terapêutico, cada um contando sua história. Nos momentos tensos gritei muito, mas não desisti jamais (até porque não daria rs), não chorei (no rappel eu chorei, vocês saberão).

Voltamos para o hotel, tomei um bom banho e fui para festa que havia lá. Era o final de semana de independência do México e todos estavam muito animados. Comi espiga de milho com maionese entre outras coisinhas típicas. Cambaleei até minha barraca (dica levem lanterna!!) e dormi profundamente até o dia seguinte <3!

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México- Veracruz – Set-2014


Minha ideia de fazer um blog surgiu da viagem que fiz ao México em Setembro de 2014, porém só o criei 1 ano depois.

Hoje vou começar a compartilhar com todos vocês uma viagem repleta de coisas diferentes em um estado do México que não tem propaganda no Brasil: Veracruz.  Já conhecia Cancun, Cidade do México, Acapulco, Taxco, Guadalajara, Tequila… Comprei a passagem por um motivo, mas um tempo após comprar a passagem, ir a Veracruz já não fazia sentido apesar de ter alguns amigos mexicanos. Eu tinha uma passagem que havia custado BRL 1.000 e 2  possibilidades: gastar BRL 800 para desmarcar ou encarar a viagem. Entrei no site da Aeroméxico e vi o seguinte anúncio: A Aeroméxico pode levar você  a Veracruz, um dos melhores lugares a se conhecer no México – Aí pensei – por que não conhecer?

Essa viagem fiz sozinha, foram 5 dias no México e conheci: Veracruz, Jalcomulco, Tlachichuca – Orizaba, Puebla e voltei a cidade do México para entrar no museu da Frida Khalo, porque não consegui ir a primeira vez que fui a cidade.

Não queria deixar de registrar que conheci duas historias legais no voo, pena que  não peguei o facebook de nenhum deles. O voo saiu do Rio de Janeiro às 10:15 da manhã. Primeiramente conheci o Pierre, um canadense que fala super bonitinho português e vive com a esposa que é brasileira em Juiz de Fora há mais de 20 anos. Ele estava indo visitar a neta que mora em Ottawa e trocamos varias histórias de viagem. A segunda pessoa que conheci foi quem dividi 10h de companhia: Hugo Leonardo, um mineiro super simpático que estava andando de avião pela primeira vez para visitar o filho que está estudando medicina veterinária pelo programa Brasil sem Fronteiras na Califórnia. Além de varias atribuições, ele é médium e faz um programa bem legal em um centro espírita em Cataguases – conversamos a beça, quase não dormi no voo. Um pouco antes de chegar a Cidade do México (a Aeroméxico tem voos diretos do Rio de Janeiro a Cidade do México – lá fiz uma conexão a Veracruz – uma observação importante que todos os voos com conexão na Cidade do México tem as malas revistadas no raio x – então as pessoas tem que pegar a mala, passar no raio x e despachar novamente da sala de embarque), passamos por algumas turbulências. Fiquei com pena do Hugo  – houve uma turbulência tipo queda livre e todo mundo gritou… que medo! Chegando no aeroporto a primeira iguaria que comi foi uma empanada de chispas con chilli. Muito bom!

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Ainda no avião antes de desembarcar na Cidade do México, fui informada que haviam mudado o horário da minha conexão, pois 0 intervalo era curto (apenas 1h) e a companhia achou  muito arriscado (apesar de terem me vendido desta forma). Chovia muito na Cidade do México e fiquei mais de 2 horas esperando o próximo voo a Veracruz.  Veracruz é o nome da cidade que desembarquei e está localizada no estado de mesmo nome. Porém o nome da capital do estado é Xalapa ou Jalapa. Foi super confuso estes dois nomes para a mesma cidade: eu procurava aeroporto e não achava e pensava… não é possível a capital do estado não ter aeroporto.

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Cheguei ao aeroporto de Veracruz passava de meia noite. No mês de setembro o Brasil está no horário normal e o México no horário de verão. Com isso o fuso horário era de 2h. Estava super cansada e na minha programação que queria fazer coisas diferentes, havia resolvido me hospedar em um hostel o que foi uma péssima ideia. Estava chovendo muito em Veracruz. Infelizmente não lembro o nome do hostel, mas felizmente fui pesquisar no site  onde reservei Hostel e não o encontrei, então vocês não entrarão na mesma cilada. Imaginem a situação: 14 horas viajando, um trapo humano chegando no hostel.  Primeiro parecia que não tinha ninguém para me atender. Depois de uns 5 minutos, apareceram uns hóspedes que abriram a porta. Eu havia reservado um quarto feminino com ar condicionado no térreo. O rapaz que trabalhava lá apareceu e disse que não tinha vaga neste quarto, mas poderia me colocar ou num quarto misto com ventilador no térreo ou em um quarto feminino com ventilador no primeiro andar (escada, claro). Aceitei o quarto feminino. Arrastei-me com a mala e chegando lá tcharánnnnn: não tinha luz! Falei com o rapaz que não tinha luz. Ele falou que havia mais uma opção no andar de cima. Arrastei-me novamente e tcharaaaannn: tinha goteiras… acho que devia até ter ratos, mas não fiquei tempo suficiente para encontrá-los. Pedi a senha do wi-fii e fui caçar um hotel. Pedi que o rapaz da recepção chamasse um táxi e gentilmente (só que não!!) ele falou para eu ir até a rua para conseguir. Era mais de 1 hora da manhã, chovia a beça e fui lá eu caçar um táxi e pedir a Deus que conseguisse sair dali o mais rápido o possível. Nem acreditei que consegui um táxi em menos de 5 minutos, o taxista foi super atencioso e me levou ao hotel que eu havia visto na internet mas não sabia se teria vaga. O taxista só foi embora depois de conseguir fechar tudo com o hotel Vera Cruz Centro Histórico (fui super bem acolhida!).
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Chuva no Aeroporto
Uma coisa que gostaria de registrar que essa questão do hostel foi o único inconveniente. De resto posso dizer que essa foi uma das melhores viagens que fiz, que cada dia foi um aprendizado, como vocês verão nos próximos posts. ❤