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MI BUENOS AIRES QUERIDA 2009-2010-2011-2012-2014-… PARTE II


Continuando o Post Anterior de Buenos Aires, vamos ver alguns pontos turísticos de Buenos Aires, como chegar e dicas sobre eles. Então vamos lá!

1.Casa Rosada

A Casa Rosada, localizada em frente a Plaza de Mayo (a Plaza das manifestações portenhas) está localizada muito próxima a calle Florida (próxima dica!). Se você estiver hospedado no Microcentro, fatalmente estará próximo a estes pontos. Se não estiver, é muito fácil chegar. Várias estações de metrô estão ao redor desta praça: Catedral (D – linha verde), Plaza de Mayo (A – azul clara), Bolívar (E – roxa), Florida (B – vermelha).

No entorno da Plaza de Mayo encontramos vários prédios importantes de Buenos Aires: Palácio do Governo, Museo Histórico Nacional del Cabildo, o prédio do Banco Nacional da Argentina, o museu da Receita Federal e a Casa Rosada.

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Na Plaza você encontrará muitos pombos ou palomas em espanhol e alguns vendedores de milho para as crianças jogarem para os pombos (muito cuidado!!! rs).

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Eu indico um passeio por esta região aos finais de semana, pois a Casa Rosada fica aberta a visitação (visitas guiadas e gratuitas!). Lá você verá um pouco da história da Argentina e belas obras de artes.

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2.Calle Florida

Esta rua é o centro do comércio turístico de Buenos Aires. É quase uma rua Buenos Aires, rua Uruguaiana ou coisa similar ao Saara do Rio de Janeiro em questão de ser uma rua de comércio. Não acho que venda porcarias como o Saara. Você encontrará nesta rua muitas lojas de couro, muitas lojas de bijouteria, muito câmbio negro (e legal também!), muita gente vendendo passeios turísticos, a Galeria Pacífico (não sei porque ela entrou como item 20 da minha lista de pontos turísticos – mas vou falar sobre ela aqui e colocar o item 20 San Telmo que eu esqueci de apontar!). A Galeria Pacífico é um tipo de shopping Village Mall onde há marcas caríssimas, boa para os olhos e ruim para o bolso!

A primeira vez que fui a Buenos Aires vi muito mini show de tango nesta rua. Não sei se porque agora é cada vez mais raro eu passar por lá, mas não tenho mais esse link tão forte de lembrar da calle Florida e associá-la a mini show de tango gratuito pela ruas.

3. Plaza San Martin

A Plaza San Martin se localiza ao final da calle Florida. É uma praça normal, na verdade bem grande, onde as crianças podem correr e brincar. No verão já vi vários porteños tomando banho de sol sobre as gramas trajados de biquíni e sunga. Não sei se vocês viram uma exposição que passou no Rio de Janeiro ‘Ursos pelo Mundo” – Buddy Bears – A Arte da Tolerância, mas eu tive a oportunidade de conhecer esta exposição na Plaza San Martin.

A Plaza San Martin leva no meio dela uma bandeira da Argentina, e depois de conhecer alguns outros países (Chile e Peru) – conheci outras Plazas San Martin e fiquei curiosa de saber que foi San Martin. Descobri que ele foi um general que nasceu na Argentina e contribuiu para a independência da Argentina, Chile e Peru e foi o primeiro presidente do Peru.

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A Plaza San Martin é também o ponto inicial para o ônibus turístico de Buenos Aires que farei comentários posteriormente.

4. Show de Tango

Posso dizer que é praticamente uma vergonha, mas apesar de ter ido a Buenos Aires 7 vezes na vida, só fui a um show de tango na minha penúltima visita. Não sei dizer porque não tinha ido antes. Eu fui a vários espetáculos de teatro mas demorei a ir a um de tango. Acho que foi porque vi tantas apresentações na rua que acabei não indo a um espetáculo. Acho que vale muito a pena. O que ouço dizer que é o melhor é o Señor Tango que fica no bairro Barracas. Para assistir este show, recomenda-se que compre os ingressos com antecedência pois os espetáculos lotam. Para saber mais sobre o espetáculo do Señor Tango, acesse o site http://www.senortango.com.ar/.

É meio vergonhoso mas não lembro o nome do teatro em que vi o espetáculo, Lembro-me que ele fica no Microcentro e que comprei os ingressos pelo grupon da Argentina. Fui no meu aniversário de 33 anos com vários amigos e gostei muito. Antes do espetáculo a casa ofereceu aula de tango (1hora de aula eu acho), jantamos e vimos o espetáculo.

Vou abrir aqui um subponto que não listei de uma coisa que já fiz em Buenos Aires e que gostei! Noite de salsa com aula de salsaFui a uma casa de Salsa na Av Corrientes na altura de Abasto (não é longe do Microcentro!) chamada Azucar Salsa (http://www.azucarsalsa.com/principal.php). Durante a noite toda tem professores e você pode chamá-los para dançar com você. É muito legal, muito diferente!

5.Caminito

Para finalizar este post vou falar de mais um ponto imperdível de Buenos Aires que é o Caminito. Sabe aquelas fotos super coloridas que vemos de Buenos Aires? É o Caminito. Lá  você encontrá bares, restaurantes, muitas lojas de souveniers, muitos artistas tanto pintores quanto dançarinos (de tango, lógico!).

O Caminito está localizado no Bairro da Boca, um pouco depois do estádio do Boca Jr (não recomendo ir a pé de um ponto a outro). Não há metrô para este bairro. Já ouvi várias histórias de brasileiros assaltados no bairro da Boca. Mas tenho uma informação muito boa para vocês: os argentinos de modo geral não roubam – não há aviso isto é um assalto. O que acontece são furtos, portanto muito cuidado com bolsas e bolsos porque mãos podem passar sem que vocês percebam. Os assaltos são sem atos violentos, o que para mim ao menos é uma grande vantagem.

Para ir ao Caminito há 3 opções: ônibus Boca Olivos (descer no ponto final), ônibus turístico (opção cara, visto que os táxis são baratos), táxi.

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Mi Buenos Aires querida 2009-2010-2011-2012-2014-… Parte I


Olá mundo! Hoje vamos escrever sobre um lugar que eu, Stephanie já fui muitas vezes porque minha dinda mora lá.

Sabe de onde estou falando? Estou  falando de Buenos Aires. Vou listar as dez coisas que eu mais gosto e minha mãe vai falar sobre elas.

  1. Temaiken
  2. Rosedal
  3. Livraria Ateneo
  4. Jardim Japonês
  5. Zoologico de Buenos Aires
  6. Parque de La Costa
  7. Museo de los Niños
  8. Helado de Dulce de Leche
  9. Teatro
  10. Museo de la Fragata

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Maranhão – Feriado de 12 de Outubro – Parte III


Como já havíamos adiantado no post Maranhão – II Parte, nosso terceiro dia começou bem cedo. Às 6:40h o guia da agência Ponto a Ponto já estava em nosso hotel para nos levar as Fronhas Maranhenses. Se vocês forem buscar mais informações sobre este tour, provavelmente encontrarão com o nome Raposa e São José do Ribamar. Esses 2 municípios acrescido de Paço do Lumiar formam a região metropolitana de São Luís, que para os que não sabem é uma ilha.

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Uma outra curiosidade é que a cidade de São Luís fica 2 graus abaixo da linha do Equador. Isso garante águas com temperatura amena e aquecida pelo sol o ano todo!

O horário do passeio é cedo devido a maré. Dependendo de como a maré esteja, o horário varia. E quando nós fomos a maré iria baixar cedo, o que impossibilitaria que fizéssemos passeio de barco (saímos esse horário e em um momento nosso barco encalhou!).

Saímos de São Luís direto para Raposa onde ficam as fronhas Maranhenses. A viagem dura menos de 1h, o guia nos explicou sobre tudo o que faríamos ao longo do dia. Lembram das gêmeas que conhecemos nos Lençóis Maranhenses? Elas estavam nesse passeio também. Engraçado como o mundo é pequeno!

Chegamos ao pequeno porto de Raposa, pegamos uma embarcação e navegamos pelo mangue até chegarmos as Fronhas.

Após desembarcarmos, andamos pelas pequenas dunas (muito menores que dos Lençóis e avistamos a praia). Na alta temporada (junho/julho), entre essas dunas podemos ver lagos como nos Lençóis, mas infelizmente em outubro não havia. Porém, o mar é ótimo, água na temperatura ideal, uma tranquilidade em nos banharmos que não existe mais no Rio de Janeiro. Por isso, digo que a qualquer época do ano, vale a pena!

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Stephanie aproveitou bem a praia sem as preocupações que enfrentamos no Rio de Janeiro

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Ficamos por volta de 40 minutos nesta praia pois a maré iria baixar e não conseguiríamos pegar o barco para continuarmos o passeio. Em seguida paramos em uma faixa de areia que de um lado era água da baía (limpíssima!) e para quem quisesse fazer uma boa caminhada havia a praia de mar. Optamos ficar na baía e aproveitamos bem o banho e o sol.

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Do outro lado dessa faixa fica o mar

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Como já deve ter dado para perceber não há loja, não há nada nesta área. Então é bom lembrar para não esquecer o protetor solar, e um  pequeno lanchinho. O barco possui bebida para venda (água, refrigerante e cerveja).

Por volta de 11h pegamos o barco e voltamos para o porto de Raposa. Apesar de ainda ser cedo, fomos até o restaurante para adiantarmos o pedido do almoço (o almoço só foi servido quase 13h). Neste restaurante tem chuveiro para tirar o sal da praia e vestiário para trocar de roupa. Em seguida fomos para o “shopping a céu aberto” da região. É uma rua onde os moradores vendem artesanato na frente de suas casas.

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Não encontrei nada que me chamasse a atenção. Na verdade fiquei chateada porque não tivemos muito tempo para compras no farol de Mandacaru que eu achei que tinha coisas bem interessantes e ficamos muito tempo neste vilarejo onde não tinha coisas que me chamavam a atenção, além de ser bem caro.

Almoçamos e seguimos para São José do Ribamar. Os pontos turísticos de São José do Ribamar são a igreja com o mesmo nome, o mirante São José, a gruta de Nossa Senhora de Lourdes. Na igreja de São José do Ribamar, os 14 vitrais contam a lenda de um navegador português, a recepção dos índios e a construção da igreja.

Nesta lenda, um navegador português, após ter se desviado de sua rota, esteve prestes a naufragar em plena baía de São José devido uma tempestade. Ele então invocou que o santo o ajudasse. Para agradecer a ajuda de São José decidiu erguer uma capelinha de frente para o mar e levou uma imagem de São José.  Nesta lenda conta-se ainda que, tempos depois, a capela de São José foi reconstruída de frente para a entrada da cidade, contudo, as paredes da nova igreja ruíram inúmeras vezes. Só então os devotos perceberam que a igreja deveria ficar como antes, de frente para o mar. O atual prédio da igreja matriz teve a construção iniciada em março de 1915, sendo concluído dois anos mais tarde.

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Igreja São José do Ribamar – há meio século é feito batismo de carro nesta igreja
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Monumento a São José do Ribamar
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Concha Acústica

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Depois de visitarmos os pontos turísticos de São José do Ribamar (todos ficam em frente a igreja) voltamos a São Luis. Chegamos por volta de 16h no hotel, tomamos banho e fomos ao shopping São Luis para comer, pois como era feriado estava tudo fechado no centro histórico.

Ainda tínhamos uma manhã para tentarmos conhecer um pouco mais da região e havíamos programado este período para conhecermos o centro histórico. Como dissemos no post São Luís – II Parte, nos hospedamos no centro histórico para facilitar nossa locomoção, pois teríamos pouco tempo efetivamente na cidade. Ficamos na Pousada Portas da Amazônia, um casarão antigo, mas bem conservado e mobiliado.

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Andamos pelas escadarias e entre os casarões da cidade. Os muros de azulejos seguem como lembrança portuguesa, porém é triste ver como eles estão mal conservados.

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Visitamos o Museu de Arte Sacra que é muito bem conservado, além de oferecer visita guiada, que é bem enriquecedor. Ele fica localizado ao lado da igreja da Sé. A entrada custa BRL 5,00 e criança até 10 anos não paga. É permitido tirar fotos sem flash.

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Igreja da Sé

Stephanie viu sobre a ocupação francesa, capitanias hereditárias, a história do santo do pau oco, escolas de artes do Maranhão…

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Fomos ao Palácio dos Leões, onde também há uma visita guiada. Pena que não é possível tirar fotos. São móveis antigos belíssimos que estão na área onde é permitido o acesso. A visita também guiada, mas achei que a guia deixou um pouco a desejar. A entrada é gratuita.

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Maranhão – Feriado de 12 de Outubro – Parte II


Nosso segundo dia em Barreirinhas começou cedo: 8h da manhã fomos rumo ao Rio Preguiça. O grupo que estava conosco não era tão legal quanto do primeiro dia, mas encontrei algumas pessoas já conhecidas pelas lojinhas no meio do passeio.

Tomamos café da manhã rapidinho no hotel e pegamos novamente uma jardineira que nos deixou no leito do rio para pegarmos a voadeira (barco rápido).

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Esperando a “voadeira”

O barco tem capacidade de 15 pessoas e todos recebem colete salva vidas.

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Nossa primeira parada no Rio Preguiça foi em Vassouras, um pequeno povoado cheio de miquinhos. Lá encontramos pequenas dunas, barraquinhas de souveniers e bananas para dar aos pequenos macaquinhos. O potinho de banana custa BRL 1. O risco é o macaco pegar o pote e você não perceber (aconteceu com a Stephanie!!)

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Tomamos banho de rio, uma delícia!!

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A parada neste povoado dura de 20/30 minutos, então cada minuto conta!!

Voltamos para a vuadeira e a segunda parada foi no farol de Mandacaru. Tivemos 40 minutos para ficarmos, mas achei muito pouco tempo!

O guia nos orientou a irmos direto ao farol antes que as pessoas que estavam em Vassouras chegassem.Subimos os 160 degraus que equivalem a 35m de altura do farol de Mandacaru ou farol do Rio Preguiça. A vista de lá é simplesmente sensacional. O vento com o banho de rio deu uma bagunçada total nos cabelos (o chapéu disfarçou – o problema era o vento levar o chapéu)!

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Em frente ao farol tem um cajueiro. Eu particularmente nunca tinha visto esta árvore antes!

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O calor estava de matar e havia várias lojinhas que vendiam sorvete. Tomei um de castanha que estava ótimo! Stephanie quis não ousar e foi de chocolate mesmo. Entramos em umas 3 lojas rapidamente, comprei algumas coisas e já estava na hora de retornar para o barco. Muitas lojinhas deste povoado aceitam cartão. Os artesanatos são feitos de fibra de buriti. São bolsas, chapéus, brincos, faixas de cabelo, elásticos (vocês me verão com uma faixa amarela de buriti que foi o que domou meu cabelo!). Vocês já devem ter ouvido falar de buriti pois a Natura tem uma linha de cosméticos de buriti.

Fibra de Buriti
Fibra de Buriti

Nossa próxima parada foi a praia de Caburé. A primeira coisa que fizemos foi ir ao restaurante pedir a comida que demora cerca de 50 minutos para ser servida. Pedimos um prato com camarões. O prato para 2 pessoas custa cerca de BRL 75. Almoço encaminhado, fomos andar de quadriciclo pela praia. Vou explicar um pouco melhor. Neste ponto do rio estamos próximos de onde o rio Preguiça encontra o mar, e por isso há possibilidade de escolher entre banho de rio e banho de mar. Além de vermos o encontro das águas. Para ir ao encontro das águas a melhor forma é de quadriciclo pois é um pouco longe para ir a pé (mas não impossível). O alguel do quadriciclo custa BRL 50 por 30 min.

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Pouco após finalizarmos o passeio de quadriciclo, almoçamos e nos revesamos entre praia de rio e praia de mar. Foi uma delícia! Foi em um destes mergulhos que esqueci que estava de óculos e o perdi, ou melhor, Iemanjá solicitou que eu comprasse novos!!!

Voltamos para o hotel às 15:30h com tempo apenas para arrumarmos a mala e voltarmos para São Luís. O único horário que conseguimos sair através de transfer de Barreirinhas foi 16h (e não há outro!!).  Esse problema dos horários diria que foi o ponto baixo da viagem, Queria ter feito passeio de boia cross no rio  Formiga. Mas isso implicaria em não conhecer as fronhas Maranhenses. Então ficou para quando eu voltasse no mês de junho ou julho (lembra das dicas de viagem? Maranhão Parte I).

Chegamos em São Luís passava de 21:30h de domingo. Eu escolhi um hotel no centro histórico por achar prático para passear nesta área que era um dos meus objetivos (Pousada Portas da Amazônia, reservei pelo http://hoteis.com – http://www.portasdaamazonia.com.br/), já que só teria meio dia para isso na terça feira (meu voo era terça 15:30h, mas isso foi uma confusão a parte que acho que nem terei energia em reproduzir aqui, porém, já tem um advogado cuidando disso) e pelo fato de eu ter lido que todas as praias de São Luis estavam impróprias para banho. Confesso que achei o centro super estranho a noite. Na rua da pousada não trafega carro, são aproximadamente 100m de caminhada. Mas por exemplo se você pedir um táxi, o taxista te busca a pé na porta da pousada e se você solicitar, anda com você até a porta no retorno. Uma outra curiosidade sobre esta pousada é que ela é recheada de gringos, provavelmente devido ao estilo dela: casarão antigo muito bem mobiliado.

Fomos dormir pois no dia seguinte tínhamos um passeio que começava antes das 7h da manhã e precisávamos renovar nossas energias!

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Maranhão – Feriado de 12 de Outubro – Parte I


Em dezembro de 2014, eu estava olhando como geralmente faço preço de passagens e olha com o que me deparei: passagem de ida e volta para São Luis por BRL 250.

A única coisa que pensei foi: compro para qual data. Eu ia comprar para março, mas como vi que era época de muita chuva, comprei para outubro porque alguns sites diziam que a temporada acabava em outubro.

Dicas!!!

  1. não vá em outubro! As lagoas já estão quase secas, apesar de ter curtido imensamente a viagem, se tivéssemos ido em junho ou julho teria sido muito melhor!
  2. 3 dias é muito pouco! apesar de ter feito praticamente tudo o que eu queria, foi muito desgastante, pois a viagem é muito longa!
  3. desde o dia que comprei a passagem até a viagem, meu voo de volta foi modificado 3x e no final a última alteração eu não fui avisada, então muita atenção quanto a isso!

Como eu disse, minha viagem sofreu algumas alterações e a última foi 3 dias antes de ir, pois ia com amigos, e por um problema de família não puderam ir. Íamos alugar um carro até Barreirinhas, que é definitivamente a melhor forma de chegar a cidade mais próxima de uma das entradas aos Lençóis Maranhenses.  Acabei modificando a ordem de alguns passeios e no final achei que fiz burrada, mas quero colocar aqui para que vocês possam tomar a melhor decisão de vocês.

Meu voo para São Luis foi voo direto operado pela TAM que saiu as 23:15 do Galeão e chegou a São Luis as 2:15 da manhã, apesar da previsão ser 2:45. Eu contactei a agência de turismo http://pontoapontotur.com.br/, que é ótima (porém alguns passeios foram oferecidos no hotel que eu fiquei por um preço mais barato, mas nada absurdamente diferente). Na minha previsão inicial, eu chegaria no aeroporto, iria direto para um hotel em São Luis, e faria o passeio a Raposa (Fronhas Maranhenses) e São José do Ribamar no sábado e após esses passeios eu iria para Barreirinhas. Porém havia o problema que eu não iria mais a Barreirinhas de carro. Comecei com isso ver como poderia chegar a Barreirinhas. Os transfers que fazem o transporte desde o aeroporto ou hotel até Barreirinhas saem da cidade as 5 h ou 8 h da manhã. Procurei uma outra maneira de chegar no horário que eu queria, mas estavam cobrando BRL 600 (mais do que eu paguei para 2 passagens ida e volta do Rio!). E, apesar de eu ter uma reserva de hotel de sexta para sábado, acabei não indo para o hotel e do aeroporto fui para Barreirinhas. Foi tão cansativo, que acho que eu deveria ter ido para o hotel, ter feito o passeio em Raposa no sábado e no domingo de manhã deveria ter ido para Barreirinhas. Enfim…

Meu transfer estava previsto para me pegar as 5:30 no aeroporto (fechei com a Ponto a Ponto por BRL 80 por pessoa), mas tinha a esperança de conseguir alguém fazendo o transporte mais cedo, pois queria fazer o passeio de Bóia Cross no Rio Formiga que era as 8 h da manhã. Às 4 h apareceu um rapaz oferecendo o transporte cobrando BRL 60. Nem pensei muito, liguei para o telefone de emergência da agência para avisar que consegui um transporte mais cedo. Porém foi super cilada, fiquei até com medo. Pegamos a van, ele parou uns 500m depois do aeroporto falando que íamos trocar de carro. Conosco havia um casal de suecos que conheci que não tinha transporte nem hotel pra ficar em Barreirinhas. Quando percebi que não íamos sair dali tão cedo, liguei para agência, falei que gostaria de ir com eles, pois minha tentativa de chegar mais cedo tinha fracassado. Consegui vaga no transporte para os suecos e voltamos para o aeroporto. Lá busquei hotel para eles e às 5:30h estávamos embarcando rumo a Barreirinhas. Eu achava que às 9h estaria chegando na cidade, mas cheguei eram 11h da manhã, ou seja, 12h para conseguirmos chegar ao destino final. Por isso acho que um feriado prolongado ainda é pouco para o tempo de viagem!

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Parada as 7h para café da manhã

Nos hospedamos na Pousada Boa Vista http://www.pousadaboavista.com.br/, que não fica no centro de Barreirinhas. Como ficamos pouco tempo, não ficar no centro não foi um problema, pois só saímos para passeios e nos buscavam no hotel.

Encontrei esta pousada no aplicativo do http://www.decolar.com.br

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Pousada Boa Vista

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Chegamos na pousada, tomamos banho e Stephanie foi direto para a piscina. Deu tempo dela curtir uns 30 minutinhos, fazermos o pedido do almoço (não incluído na diária, mas a pousada oferece restaurante com pratos muito bem servidos!), almoçarmos e irmos para os Lençóis Maranhenses.

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Fomos numa jardineira 4×4. Neste passeio conhecemos 3 japoneses dos quais 2 trabalham na Ernest Young em São Paulo na área fiscal (por que S E N H O R não consigo lembrar o nome de ninguém????), 2 gêmeas de Salvador e o marido de uma delas (nos encontramos em vários passeios e no aeroporto na volta e agora não lembro o nome delas também!!!), e um casal de Minas Gerais.

Atravessamos o Centro de Barreirinhas  até chegarmos no Rio Preguiça, onde pegamos uma balsa. Esta balsa tem capacidade para 4 carros e tinha muitooos na nossa frente!!

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A travessia em si durou menos de 5 minutos!

Após a travessia tivemos um bom tempo de pula pula dentro do carro já no parque dos Lençóis. Nosso guia foi pela caminho onde os guias geralmente não vão para não pegarmos “engarrafamento”. Em um dado momento o carro atolou na areia e quase houve um certo desespero, já que não passava ninguém por aquela rota, mas no final deu tudo certo. Quem senta nas laterais do carro pode levar umas “galhadas” o tempo todo.

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A primeira duna é o limite onde os carros trafegam e as pernas tem que começar a trabalhar.

Limite onde os carros ficam ao fundo
Limite onde os carros ficam ao fundo
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Primeira Lagoa super seca

Fizemos a rota da Lagoa Azul, mas há uma outra rota chamada Lagoa Verde.

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Andamos mais de 1 hora subindo e descendo duna (haja perna!!!) até chegarmos a uma lagoa com água!!

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Procurando uma lagoa com água

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Andamos mais de 1hora!

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Lagoa Cheia!
Lagoa Cheia!

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Ao retornarmos vimos um lindo pôr do sol em pleno Lençóis!

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Deu um certo medo porque já estava anoitecendo e ainda não havíamos chegado nos carros, mas no final tudo certo! Quando vimos o carro, parecia que tínhamos visto um lago no oásis! Tudo que queríamos era sentar e descansar as pernas! Foi muito cansativo, porém valeu muito a pena! O parque estava extremamente limpo, apesar de não ter fiscalização. Aconselho a levarem muita água, protetor solar e repelente porque é muita caminhada, sol na cabeça e no final muito mosquito.

Quando chegamos na fila da balsa, tinha mais de 30 carros na nossa frente! Perto da travessia há uma barraca que vende tapioca de queijo e leite condensado, café, refrigerante e cerveja. Chegamos no hotel eram mais de 21h, mortas com farofa, e muita areia! Mas no dia seguinte tínhamos muito mais!!

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Peru – Lago Titicaca – Isla Taquile – Décimo Primeiro Dia – 01/08/2015


Depois do susto do dia anterior, Stephanie passou bem a noite. Tínhamos um passeio marcado para as 07:30 da manhã para isla Uros e Taquile, mas achei melhor não acordar a Stephanie, por tudo que tinha acontecido na noite anterior. Quando deu o horário do passeio, o guia nos interfonou no quarto e a Stephanie ficou louca porque disse que não íamos mais: resumo da história: tive que arrumar as malas, nos arrumar e agilizar o check out e café da manhã em 10 minutos. Nem sei como consegui, mas logo estávamos no transporte para pegarmos a embarcação que passaria por Uros com destino final Taquile.

Água transparente do Lago Titicaca
Água transparente do Lago Titicaca

Antes de conhecermos a ilha, fizemos um passeio num barco menor,  onde uma criança cantou para a gente. O que me impressionou foi que ela cantou Michel Teló (nem sabia que havia 2 brasileiras no barco!). A energia elétrica não chegou a ilha, mas o Michel Teló sim. Isso não é  i m p r e s s i o n a n t e???

Ela cantou e depois pediu contribuição das pessoas. Não era uma cantora, nem tinha uma voz que nos admirava. O que me admirou realmente foram as músicas que ela cantou.

O barqueiro nos ofereceu totora para comer (lembram que as casas, o chão da ilha, os artesanatos, enfim… tudo é feito de totora). Eles comem como se fosse banana. Experimentei mas não gostei!

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Chegamos a Uros e tivemos novamente uma explicação sobre a ilha (visitamos a isla Purimita, que abriga 10 famílias). Esta não tinha um presidente como a ilha que havíamos visitado no dia anterior.Nos mostraram como uma ilha é construída com a totora, assim como suas casas e sua alimentação. Houve até demonstração de como os gatos adoram totora!

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gato comendo Totora!

Eles cantaram para nos recepcionar uma música que dizia como estavam felizes com a nossa presença. Após todas as apresentações, haviam representantes que no escolhiam para mostrar suas casas e conversarmos um pouco.

Quem me recepcionou foi a Mari, uma adolescente de 15 anos. Ela já não estuda mais, ajuda sua família na produção de artesanatos para turistas. A realidade deste povo eh tao diferente da nossa… Aos nossos olhos uma vida muito dura… É uma vida simples, onde não ha roubo, inveja, diferenças sociais entre eles…

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Eu e Mari
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A mãe da Mari

Após conhecermos a casa, que era super simples, só cabia a cama e tinha algumas coisas penduradas na parede, fomos conhecer o artesanato de cada família.

Diferente da ilha anterior que era uma cooperativa, e os artesanatos eram bem padronizados, em Purimita, percebi diferenças entre um “stand” e outro, o que me deu certa pena. Eu queria comprar artesanato da Mari, mas achei eles feios além de caros. Mas via que outras famílias tinham materiais mais legais (ainda assim bem caros!).

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Logo após as compras, voltamos para o barco rumo a Isla Taquile!

Ficamos mais de 2 horas no barco até avistarmos a ilha. O lago já fica 0 3800 m de altitude, a ilha chega a 4000m! Imagine como foi subir até a vila! O guia havia dito que em 15 minutos chegaríamos, mas eu e Stephanie demoramos mais de meia hora, muita água, muito descanso!

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Entrada para Taquile

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Caminho até a vila

Tivemos a sorte de irmos na semana da festa de São Tiago (25 de Julho a 5 de Agosto), com danças típicas na plaza.

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As roupas das pessoas da ilha falam sobre seu estado civil. Por exemplo, uma mulher com saia colorida que dizer que ela é solteira.

Vimos as danças e fomos almoçar na casa de uma família. As opções de comida que tinham era peixe ou omelete, sendo que o omelete não tinha queijo.

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Voltamos para o barco pelo outro lado da ilha. Descer sempre foi mais fácil, mas ainda assim tive dificuldade porque na descida tinha muitas escadas e devido a altitude me sentia zonza, o que fez com que novamente eu tivesse que parar várias vezes para me estabilizar.

Dicas para o passeio:

  1. Por mais que a previsão mostre uma temperatura de  3 C, você pode acreditar que estará muito quente (não em Puno, mas nas ilhas…)
  2. Segurar casaco é difícil, segurar o corpo a 4.000m de altitude é ruim! Cansa muito! Os guias recomendam que você deixe os casacos no barco.
  3. Use muito protetor solar!
  4. Se você for chato para comer, leve uma fruta ou algo assim, porque não encontrará opções de refeições

Voltamos na ilha, fomos para o hotel pegar as malas. Nosso voo de volta estava previsto para as 21h em Juliaca. Infelizmente o voo atrasou quase 3 horas. A LAN comprou lanche para todo mundo no aeroporto, mas foi uma noite bem cansativa. Chegamos no hotel em Lima mais de 3 horas da manhã. Neste dia, tentei novamente fazer o voo de parapente, mas o céu estava novamente fechado para voo devido apresentação da esquadrilha da fumaça. Eu e Stephanie vimos a apresentação, almoçamos no restaurante La Trattoria di Mambrino no Larcomar. Nosso voo era a noite e passamos a tarde dando comida para os gatinhos da Plaza Kennedy, uma coisa inusitada e que a Stephanie adorou! E assim terminou nossa aventura no Peru ❤

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Peru – Lima – Sexto Dia 27/07/2015


Chegamos a metade de nossa aventura no Peru! Nosso sexto dia no país foi o primeiro que nos demos ao luxo de acordar mais tarde. Tomamos café da manhã por volta de 9h e só depois fomos para rua.

Mais uma vez fomos em direção ao shopping Larcomar, mas nosso objetivo era achar o Parque del Amor e o local onde se decola de parapente. Quando chegamos no mar, andamos para a direita onde fica o parque. A caminhada durou menos de 10 minutos e logo avistamos o monumento del amor.

Uma outra forma de se chegar ao parque é pela Plaza Kennedy. Se você andar na calçada do Mc Donalds em direção a praia, sairá em frente ao Parque del Amor.

Parque del Amor
Parque del Amor

No parque del amor encontramos além da vista linda semelhante ao shopping Larcomar banquinhos de azulejos super charmosos para descansarmos, um lindo jardim e uma fonte dos desejos.

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Vista do Parque del Amor
Vista do Parque del Amor
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Jardins do Parque del Amor

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Fonte dos Desejos – Parque del Amor

Ao lado do parque fica um quiosque com as informações de voo de parapente. Como disse anteriormente, fui duas vezes tentar voar de parapente, mas nos dois dias o céu estava fechado para voos.

O voo tem duração de 10 a 15 minutos e o pacote com a filmagem e fotos é PEN 240.

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Com a frustração de não ter conseguido voar, mas ainda com a esperança de conseguir no domingo 02/08 (que o rapaz me garantiu que eu não teria problemas em voar na parte da tarde daquele domingo), pegamos um táxi rumo a Barranco. De Miraflores a Barranco demora menos de 10 minutos de táxi e o mesmo nos cobrou PEN 10 pela corrida.

Barranco é um bairro de Lima considerado boêmio. Há várias opções de bares e boates, mas como vocês sabem, fui com criança e este não era o meu foco, mas fica a dica. Além disso, este bairro vem se tornando um centro cultural de Lima, com galerias de arte como a Luzia de La Ponte, e lojas de design reconhecidas internacionalmente, como a Dédalo. Pedi ao motorista de táxi me deixar próximo a Puente de los Suspiros, uma construção de madeira, datada de 1876 que é famosa por ter sido o ponto escolhido para pedidos de namoro e casamento, além de fonte de inspiração de compositores e escritores.

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Seguindo o caminho da igreja que está ao fundo da foto, chegamos em um mirante.

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Stephanie resolveu fazer trancitas em Barranco.

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Poço dos Desejos

Para chegarmos até a pista do mar, descemos uma ruela estreita na lateral do mirante com vários restaurantes ao redor.

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Antes de chegamos a praia, atravessamos uma passarela que nos levaria finalmente próximo ao mar (estávamos sempre na parte superior das falésias!).

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Descemos até a praia, onde ao invés de uma faixa de areia, encontramos uma faixa de pedras.

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Pensei em almoçar em um dos restaurantes de Barranco, mas já havia marcado com o Manu de almoçarmos juntos perto do hotel, pois tinha que pegar as malas e ir para o aeroporto rumo a Cusco. Voltamos a Miraflores e almoçamos no restaurante Don Belisario.

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http://www.donbelisario.com.pe/

A comida neste restaurante é deliciosa. Tenho alguns comentários:

1. vem muita muita muita comida.

2. las yuquitas a la huancaina são deliciosas (yuquita é aipim frito)

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3.los camotes de la abuelita são imperdíveis (batata doce palito frita)

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Depois do almoço maravilhoso, pegamos as malas no hotel e fomos para o aeroporto. Destino: Cusco!!

Este foi o último dia que vimos o Manu. Adorei ter reencontrado meu velho conhecido da faculdade e ter tido a oportunidade de conhecer um pouco de seu país e sua cultura! Espero não esperar mais 12 anos para reencontrá-lo ❤

Nosso voo para Cusco estava previsto para 17:40. Chegamos no aeroporto quase 17h, super atrasadas!  O aeroporto estava lotado e já fui logo procurando um agente de atendimento para furar a fila, pois senão perderíamos o voo. Fomos rapidamente atendidas graças ao nosso atraso, porém nosso voo assim como nós, não saiu na hora prevista.

Chegamos em Cusco após as 20h. O aeroporto já estava fechado. Uma observação que gostaria de fazer é que o aeroporto de Cusco é muito pequeno. Aconselho a quem for viajar para esta cidade fechar um transfer com o hotel. Não tinha ninguém no aeroporto, me senti um tanto perdida, pois minha mala foi uma das últimas a sair e todo mundo já tinha ido embora. Não tinha um táxi visível. Aproximei-me de um homem e perguntei por táxi e ele me ofereceu transporte até o hotel. Do aeroporto até o centro histórico são menos de 10 minutos e o motorista cobrou PEN 30. Para se ter uma ideia, quando fui embora de Cusco paguei PEN 10 até o aeroporto.

Vou deixar para começar a falar efetivamente de Cusco no sétimo dia, pois cheguei a cidade já de noite e cansada.

Beijos e nos vemos no post de Cusco ❤ !

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Peru – Lima – Quinto Dia 26/07/2015


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O quinto dia no planejamento inicial iríamos a Nasca, mas resolvi voltar a Lima. O ônibus de Ica para Lima não era tão top quanto o da ida. Tinhamos a poltrona de couro larga e o serviço de bordo. A televisão era 1 para o andar. O retorno foi mais rápido que a ida, pois não era via Paracas. Foram 4 horas de viagem. Chegamos em Lima um pouco antes de meio dia. Da agência de ônibus, fomos diretamente para o hotel (nos hospedamos novamente na Casa Andina). Deixamos as malas e fomos almoçar no shopping Larcomar.

Fomos ao restaurante Tanta que havíamos conhecido em nossa viagem ao Chile. Resolvi abrir o almoço com uma entradinha peruana, mas não gostei muito. Pedi uma “Causa Limeña” que é batata, frango com maionese, ovo cozido, tomate com salada. Vou ser sincera: me foquei nesses ingredientes. Apesar de eu não gostar de tomate, acho tolerável e por isso achei que eu gostaria do prato. O ingrediente que eu não havia focado e que havia no prato é o abacate. Os mexicanos que me perdoem mas não suporte nem o cheiro de abacate. Lembro-me da  infância com massagem capilar de abacate, aquela fruta agarrada no cabelo, aquele cheiro forte. Detesto. A entrada era boa, mas tive que fazer um aparthaid (o abacate que me perdoe!!).

Batata, frango com maiosene, ovo cozido, abacate e tomate acompanhado de salada
Batata, frango com maiosene, ovo cozido, abacate e tomate acompanhado de salada

Como prato principal eu comi raviole e a Stephanie sopa (quando a Stephanie viu o cardápio, foi um tal que não gosto de nada que foi difícil!). Mas quando ela viu meu raviole queria meu prato (e  eu tinha falado várias vezes para ela escolher uma massa).

Canja de Galinha
Canja de Galinha
Bañados en su propio juguito al vino tinto, cremita de mostaza y parmesano
Bañados en su propio juguito al vino tinto, cremita de mostaza y parmesano

Depois do almoço fomos para o hotel, tomamos um bom banho e rua!

A idéia inicial era irmos ao Museu Nacional de Arqueologia e de lá irmos ao Museu do Larco. Eram 15h, pegamos o táxi e por sorte perguntei quanto tempo levaríamos para chegar. O motorista falou que quase 1hora. Pedi desculpas, mas falei que não iríamos mais porque este museu aos domingos fecha as 16h, ou seja, não daria tempo. Dizem que ele é o museu mais bonito e completo de Lima. Infelizmente não conseguimos conhecer.

Postei aqui informações importantes do Museu Nacional de Arqueologia:

Características da visita
Duração da visita: duas horas
Informações em: Espanhol / Francês / Inglês / Italiano

Observações: Última quinta-feira de cada mês o ingresso é gratuito de 17h às 21h e no primeiro domingo de cada mês é gratuito para todos os estudantes

Horário
Terça a Sábado de 9 às 17h

Domingos e feriados de 9 às 16h.

http://mnaahp.cultura.pe/

Restava irmos ao Museu do Larco. No livro Lonely Planet Peru, eles davam a indicação de como chegar ao museu de transporte público, partindo da avenida Arequipa (MIraflores). Eu já sabia chegar a esta avenida e então não hesitei em me aventurar.

Chegando na avenida, avistei dois guardas e resolvi perguntar aonde passava o transporte. Fiquei super triste porque aquela linha não existia mais e para eu conseguir chegar ao museu, teria que pegar 2 ônibus. Agora pergunto a vocês: de quem eu lembrei escrevendo isso no post? Claro que de nosso querido prefeito Eduardo Paes, que estará extinguindo várias linha de ônibus, fazendo com que uma pessoa que more na zona norte do Rio de Janeiro tenha que pegar 2 ônibus para chegar a zona sul e dizendo que está melhorando a mobilidade urbana com esse ato (só se for a mobilidade de quem está de carro! – momento desabafo!!!!).

Acabei me rendendo e pegando um táxi. O Museu do Larco fica em Pueblo Libre e a corrida de táxi partindo de Miraflores custa PEN20. Neste museu encontramos a coleção particular de Rafael Larco, um jovem arqueólogo que em 1926 ajudou a fundar-lo com o intuito de preservar a cultura ancestral peruana. O museu também contempla dezenas de civilizações que viveram no território, como virus, chimus, nascas, incas e cupisniques, entre outras. São objetos de cerâmica, jóias, artefatos têxteis, armas, vestimentas e utensílios de uso cotidiano, organizados cronologicamente e de acordo com o material empregado. Gostei muito dele, achei bem completo, muito rico culturalmente.

Uma coisa que me chamou atenção em geral, mas principalmente no Museu do Larco é que não há informações em português. Somos países vizinhos! Será que eles supõem que qualquer brasileiro ou turista de língua portuguesa entende espanhol? No Larco tinha legenda até em japonês!

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É permitido tirar fotos sem flash em todo o museu.

O museu fica em um enorme casarão com um jardim lindo!

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Características da visita
Duração da visita: duas horas
Informações em: Espanhol / Francês / Inglês / Italiano / Japonês / Alemão

Horário
Segunda a Domingo de 9 às 22h

http://www.museolarco.org

Na saída do museu há um restaurante muito fofo, onde experimentei uma sobremesa peruana chamada Tres Leches e Stephanie preferiu não arriscar escolhendo um delicioso mousse de chocolate.

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Tres Leches: leite condensado, creme de leite e leite pasteurizado
Tres Leches: leite condensado, creme de leite e leite pasteurizado

Quando estávamos saboreando nossos docinhos, meu amigo Manu me ligou para nos encontrarmos mais tarde. Ele estava com seu filho Diogo de 3 aninhos, e aí então tivemos a oportunidade de conhecê-lo.

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Manu, Diogo e Stephanie no Starbucks Larcomar

Nossa noite fechou com mais comilança! Fomos ao Larcomar, as crianças brincaram no parquinho próximo ao Paddington em seguida fomos ao Tony Roma’s comer. A vista deste restaurante é muito bonita e a comida deliciosa!

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Peru – Paracas – Quarto Dia 25/07/2015


Nosso quarto dia como de hábito começou bem cedo, às 6h da manhã. Malas prontas e check out efetuado deixando as malas no bagageiro do hotel. O café da manhã no hotel Mossone (hotel que nos hospedamos em Huacachina) ficou bem a desejar. Sabe quando você não tem o que comentar? Foi como tomar café da manhã em casa – não foi pior… quem me conhece sabe que um copo de leite com nescau me deixa feliz. Não tinha leite com nescau. Não tinha suco. Só tinha pão de forma, manteiga, café. Voltando ao tema leite com nescau, quem tem criança sabe que isso é uma coisa relativamente importante de saber se há ou não. Eu encontrei achocolatado em caixinha apenas em um mercado de Cusco (nas outras cidades não achei!). Sempre encontrava de morango, de banana, mas o chocolatinho foi bem difícil!

Às 7 horas estávamos prontas esperando a van que nos levaria a Paracas e Islas Ballestas. No dia anterior passamos um calor danado em Ica. Para este passeio sabia que estaria um pouco mais frio, mas vou te falar… de manhã estava muitoo frrrrrrio!! A sorte que preparei uma mochila tipo “cebola”. Stephanie estava de vestido, mas eu havia colocado uma calça legging, uma blusa extra e um casaco na mochila. Antes da van chegar, Stephanie já havia incorporado as roupas que levamos. Até a canga virou cachecol!

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A van chegou um pouco depois do que eu esperava e às 07:30 estávamos acomodadas, buscando as últimas pessoas que iriam conosco a este passeio. A viagem de Ica a Paracas leva 1h e às 9h estávamos no porto de Paracas para pegarmos a embarcação que nos levaria até as Islas Ballestas.

Chegando lá tinha realmente muita gente e muitos barcos também. Próximo ao estacionamento há uma lanchonete sem opções rápidas de comida (basicamente só sanduíche quente), e não tínhamos muito tempo para esperar. Em menos de 5 minutos já estávamos no barco. O barco era relativamente grande, cabia mais ou menos umas 40 pessoas. Todos estávamos com colete salva vidas e havia um guia bilíngue (inglês/espanhol) falando sobre o passeio.

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Não passou 2 minutos e todos avistaram um golfinho (todos menos eu!!!!). Pararam o barco e nada de eu ver o bendito golfinho. Quando eu olhava para um lado ele aparecia do outro e foi assim até eu desistir dele.

O primeiro ponto que vimos foi “El Candelabro”. O candelabro é um geoglifo famoso, assim como as linhas de Nasca e calcula-se que exista há 2.500 anos. Explicando claramente ele é um desenho de um candelabro feito na areia que não se desfaz e por isso é um mistério. Num local que há tanto vento, como não se desfaz? Uma explicação razoavelmente sensata que o guia nos deu é porque a direção do vento não vai de encontro a ele. Mas mesmo assim, são 2.500 anos sem se apagar , realmente é um mistério.

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Stephanie e El Candelabro

Vendo “El Candelabro” eu decidi que não iria a Nasca. Achei interessante, intrigante o fenômeno. Mas não achei que valeria USD 300. Acho que o sonho não tem preço. Mas não era meu sonho conhecer. Não estava muito segura em embarcar naqueles aviões (talvez por eu trabalhar em uma empresa de táxi aéreo). Naquele momento, olhei para o candelabro e pensei: não vou a Nasca.

Poucos minutos depois chegamos finalmente as Islas Ballestas. O lugar é lindo. Você estar no habitat natural dos leões marinhos (ou lobos marinhos???) é uma coisa incrível! E a quantidade de aves?  São milhares de aves.  Nestas ilhas são produzidos adubos naturais das fezes das aves – e por um bom tempo este foi o principal produto produzido na no Peru. Acho que vocês poderão ter ideia da quantidade de aves e adubo produzido. Este adubo se chama guano.

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As formações rochosas e os animais são vistas belíssimas, a cada segundo você fica maravilhado. Não sei se por sorte ou azar encontramos 1 pinguim. Só um pinguinzinho.

Uma dica para este passeio é sentar-se a direita. A ilha encontra-se deste lado, por isso a melhor vista (o golfinho que eu não vi estava a esquerda).

Ao fim do passeio desembarcamos no porto, nos encontramos com o rapaz da agência de passeios e ele anunciou que teríamos 30 minutos para andar naquela região.

  Restaurantes Porto de Paracas

Ao redor do porto há muitas barraquinhas de artesanato, mas o que eu mais recomendo é a trufa de chocolate recheada com pecana. Pecana é um tipo de nozes e em relação a este doce posso dizer que vale muito a pena! As moças que vendem chocolate oferecem uma amostra grátis para experimentar a trufa de pecana. Elas vendem caixas com 5 trufas de pecana ou trufas sortidas (passas/figo/pecana/…). Uma outra coisa que vale a pena são pulseirinhas artesanais. Eu comprei uma pulseirinha pra Stephanie no Mercado Inka por PEN 10 que lá era vendida por PEN 2. Olha a diferença!

Saindo do Porto fomos em direção a Reserva Nacional de Paracas. Não sabíamos se poderíamos entrar pois as condições meteorológicas fecham o parque. O grande problema do parque é a velocidade do vento e a partir de um certo limite a reserva é fechada, mas tivemos sorte e entramos. Já eram por volta de 11:30 e já estávamos com calor novamente (Stephanie se desfez de suas camadas de roupa/cebola e já estava só de vestido).

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Museu Reserva Nacional de Paracas
Reserva Nacional de Paracas -ao fundo habitat de flamingos

A reserva por sua vez não teve tanta sorte e no último grande terremoto (2007) foi parcialmente devastada. O museu que lá funcionava está em reconstrução e a formação rochosa chamada de Catedral foi totalmente destruída. Apesar disso a reserva tem paisagens belíssimas e é o habitat natural de flamingos.

Ao fundo habitat dos Flamingos

Na reserva há várias praias (alguns turistas se banham) e restaurantes aonde você come peixe fresquinho.

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Ganhamos de brinde do restaurante um pisco e um leche de tigre para Stephanie. O leche de tigre é uma bebida feita de ingredientes para temperar o peixe e confesso que Stephanie só cheirou – risos (eu também não tive coragem). Para quem quiser saber a receita desta iguaria (por que não?) pesquisei na internet e achei no site abaixo:

http://www.culturaperuana.com.br/leche-de-tigre/

Stephanie tomando leite de tigre e comendo milho de pipoca frito regado a Inka Cola

Stephanie tomando(cheirando) leite de tigre e comendo milho de pipoca frito regado a Inka Cola

E são com as imagens abaixo que nos despedimos da Reserva Nacional de Paracas rumo a Ica novamente.

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Voltando um pouquinho no tempo, na noite anterior resolvi um pequeno probleminha básico: fazer reserva de hotel para este dia que estava chegando ao fim. Bem, como eu disse no post de Huacachina, eu só consegui reserva próximo a lagoa para uma noite e não sabia exatamente o que ia fazer… se tentava reservar algo em Paracas, se iria para Nasca ou ficava em Ica… Entrei rapidamente no app Hoteis.com e reservei o Gran Hotel Ica para 1 noite.

Eu não sei o que falar sobre este hotel… se eu gostei? A resposta é não. Ele apresentou alguns pontos bem críticos. O prédio onde ele se encontra possui outras empresas, mas isso nem é de fato um problema visto que para ir aos andares do hotel, você precisa passar o cartão magnético no elevador.  Porém para você chegar a esse elevador você precisa subir uns degraus… muitos para quem está com uma mala… uma eternidade para quem está com 3 malas, 1 mochila e 1 criança (eram por volta de 15 degraus). O segundo ponto que pecou foi que a água não esquentava o suficiente para o banho que eu estava sonhando. E o terceiro ponto foi o café da manhã que não estava disponível às 7h. Porém tenho que ressaltar que ele fica numa via principal, a duas quadras do shopping Plaza del Sol, que foi onde eu e Stephanie fomos comer a noite. Antes de ir ao shopping, fomos à agência e compramos passagem para voltar a Lima. Não queria ir muito cedo para poder descansar, mas como o ônibus de 10h só tinha lugar no segundo andar, compramos passagens para 7:30h. O valor da passagem foi mais barato que a ida (PEN 60), mas no dia seguinte descobri que o conforto não era o mesmo.

O destaque da noite foi o moto táxi triciclo de Ica que eu e Stephanie chamamos de Tuk Tuk. Manu não sabe de onde tiramos isso! rs – afinal o nome é triciclo – eu acho que uma vez eu vi um veículo semelhante na Índia e o nome era tuk tuk.

Tuk tuk ou moto triciclo???
Tuk tuk ou moto triciclo???

E mais um dia terminou nessa nossa missão de desbravar o Peru ❤

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Peru – Huacachina – Terceiro Dia 24/07/2015


Huacachina… sinceramente não sei exatamente como tomei conhecimento deste lugar, mas posso afirmar que foi bem recente!

Quando vi a foto desse Oasis no meio do deserto pensei: Quero muito conhecer lugar! E eis que consegui ou melhor conseguimos! Eu e Stephanie carimbamos em nossa memória esta paisagem inesquecível… H U A C A C H I N A!!

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Ir a Huacachina não foi uma tarefa muito fácil. Isso devido a questão de termos ido na semana do feriado pátrio.

Nossa primeira dificuldade começou no Rio de Janeiro, pois queríamos passar 2 noites, e não consegui disponibilidade de hotel (reservei com 1 mês de antecedência). Huacachina fica na cidade de Ica, costa Sul do Peru e é como se fosse um bairro desta cidade. Agora eu poderia dizer a vocês que ficar em Ica (fora de Huacachina não é ruim e é uma solução barata). Isso porque do centro de Ica a Huacachina são no máximo 10 minutos de carro. É realmente muito perto.

A minha idéia inicial era a seguinte: ir para Huacachina, passear por lá de dia, dormir uma noite e nos próximos 2 dias ir a Paracas e Nasca. Paracas fica 1 hora de Ica (direção Lima) e Nasca 2 horas (direção Arequipa). É uma cidade central para os 3 passeios. O que aconteceu não foi muito diferente disso.

Como eu comentei nāo há muitos hotéis em Huacachina. Não encontrei disponibilidade de hotel pelo site http://www.hoteis.com  e por isso recorri ao http://www.booking.com. A maioria das opções oferecidas eram de hostels, o que não era o que buscávamos. Por fim conseguimos 1 noite no Hotel Mossone (através do booking). O quarto deste hotel é bem amplo, banheiro limpo com ducha quente. Este hotel se localiza em frente ao lago (a entrada é pela rua lateral), tem piscina, bar. O ponto a desejar na minha opinião é o café da manhã que é bem fraco.

Quando chegamos em Lima, dia 22/07, falei com o meu amigo Manu que no meu planejamento iria dia 24/07 a Ica. Ele ficou bem preocupado por causa da procura de passagens para o feriado pátrio. Resumindo, a segunda agência de viagem (rodoviária de uma empresa) que fomos, a Cruz del Sur ( http://www.cruzdelsur.com.pe/) tinha passagem para a data e horário que planejamos.

Sexta-feira às 6 horas da manhã fiz check out na Casa Andina, rumo a Ica. A passagem que comprei custou PEN 90, um valor que eu havia achado caro, mas soube que as passagens de ônibus não tem preço tabelado como no Brasil, elas são resultado de oferta e demanda como nas passagens aéreas. Quando entramos no ônibus, tivemos uma bela surpresa: me senti em avião primeira classe!

  • Cadeira larga de couro
  • Encosto para o pé
  • Televisão individual com boa programação
  • Cobertor e travesseiro
  • Serviço de bordo

Ah, uma dica: comprei passagem no primeiro piso que disseram ser mais confortável, e seguro e custava cerca de PEN10 a mais que o segundo piso.

cruz del sur

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Após 5h de viagem, chegamos a Ica (o ônibus era via Paracas e por isso demorou 1h a mais que um ônibus direto). Retiramos nossa bagagem e um taxista nos abordou para nos levar até o hotel. O preço do táxi da agência Cruz del Sur a Huacachina foi PEN10. No meio do percurso o taxista falou que tinha hotel, agência de turismo para fechar passeios e etc. Como tínhamos pouco tempo para procurarmos opções (chegamos meio dia), fui até a agência para ver os pacotes que eles tinham o oferecer.

Huacachina:  ofereceram um passeio de bugre no final da tarde, com instrutor de sandboarding, aluguel de prancha nas dunas, com um sunset sensacional.

Paracas:  Islas Balletas que fica em Paracas. Havia 2 pacotes: o primeiro apenas metade do dia onde iríamos só nas Islas Ballestas e o segundo que após o passeio do primeiro pacote iríamos a Reserva Nacional de Paracas.

Nasca: transfer até o aeroporto de Nasca onde poderíamos escolher entre 3 modelos de aviões que tinham como diferencial a altitude atingida e a quantidade de passageiros no avião, ou seja poderia haver possibilidade de não sentar na janela.

O preço dos  passeios a Nasca variam de USD 80 a USD 150 por pessoa. Fiquei muito na dúvida se faria ou não este passeio. Minhas dúvidas eram a respeito de segurança  e se este passeio valeria o custo. Na apresentação me foi colocado que se você não tiver uma máquina fotográfica super potente e sorte de ficar na janela, para o passeio valer a pena seria comprar o pacote de USD 150, onde todas as poltronas são na janela e o voo é mais baixo. Resolvi pensar mais a respeito deste passeio, pois como o dólar estava 3,50, este passeio sairia por mais de BRL 1.000 para nós duas.

Finalmente fechamos os passeios de Huacachina e Paracas full day e fomos para o hotel Mossone. A diária do hotel se iniciava às 14h. Deixamos a mala no hotel e fomos ver o que poderíamos fazer até o horário de entrarmos no quarto.

Em Lima a temperatura estava próximo a 15C e em Huacachina estimo q estivesse uns 30C. Imagina o calor que estávamos sentindo! Stephanie logo de cara quis andar de pedalinho no lago. No sol. Sem comentários. Fomos, mas passamos um calor!!! O pedalinho custa PEN 20 por um período de 30 minutos.

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Andando de pedalinho lembrei que não tinha levado short pra Stephanie, a única roupa de calor que levei foi um vestido que não seria muito apropriado para o sandboarding. Assim que saímos do lago, fui procurar um short nas lojinhas ao redor do lago. Na última lojinha encontrei um shortinho de malha que seria perfeito para o que queríamos.

Fomos almoçar, ao redor do lago tem uns 6 restaurantes (3 de cada lado), e escolhi no chute. O preço de cada prato é cerca de PEN 25 e logo após o almoço estávamos aptas a trocar de roupa no hotel.

Stephanie estava doida para dar um mergulho na piscina, e após um banho conseguimos 40 minutos para ela matar a vontade antes do passeio de bugre com aula de sandboarding.

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Eu já havia andado de bugre em Canoa Quebrada, próximo a Fortaleza. O que eu posso dizer que em Huacachina é totalmente diferente. É emoção 99% do tempo. As dunas são enormes, as manobras bem radicais. Eu lembro que quando andei de bugre na viagem a Fortaleza, Stephanie tinha 5 ou 6 anos e até tinha cinto de segurança, mas lembro que fiquei com medo de não segurá-la direito e acontecer alguma coisa. Em Huacachina o que temos não é um cinto de segurança, é mais que isso, ficamos imobilizadas do peito a cintura – porque os movimentos foram realmente radicais – achava que íamos capotar a cada minuto.

bugre ii

O bugre que pegamos era muito bonito, fiquei apaixonada, era muito bonito.

Parada para o sandboarding
Parada para o sandboarding

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As pessoas pareciam formiguinhas lá embaixo - fiquei com medo de virar cambalhota!
As pessoas pareciam formiguinhas lá embaixo – fiquei com medo de virar cambalhota!
Deserto de Ica

Desci as 4 primeiras dunas. A Stephanie ficou com medo na primeira, mas depois foi também. A última descida era uma duna dupla, eu fiquei com medo e não fui. Stephanie ficou com muita vontade de ir mas o instrutor não deixou, pois achava ela pequena. Levando-se em consideração que estamos quase do mesmo tamanho, eu também era pequena para ir :p!

Já eram quase 18h e o pôr do sol estava se aproximando. O instrutor nos levou para uma posição especial no meio do deserto e o que pudemos ver foi o pôr do sol mais que espetacular!

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Voltamos para o Oásis ansiosas para os passeios do próximo dia!

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