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Cânion do Xingó – SE


Escrever sobre Canindé de São Francisco é especialmente difícil neste momento. Fui na Páscoa deste ano conhecer nosso Velho Chico e há uma semana houve uma tragédia com um ator tão querido exatamente no mesmo cenário. Relembrei cada momento que passamos no Rio São Francisco, e foram muitos! Então gostaria de dizer que nossos corações estão em oração, pedindo força a família de Domingos Montagner e de Camila Pitanga, pois não consigo imaginar quão duro foi ver um amigo partir desta forma e não conseguir fazer nada para impedir.

Nosso segundo dia no Sergipe começou cedo, antes de 8h a agência Crystal foi nos buscar no hotel para fazermos o passeio no Cânion do Xingo, no município de Canindé de São Francisco. Este passeio geralmente é feito com  um bate e volta – são 3 horas de viagem aproximadamente, porém há possibilidade de fazer uma pernoite ou em Canindé ou em Piranhas, cidade pertencente ao estado de Alagoas, do outro lado do Rio São Francisco. Optamos por fazer a pernoite em Piranhas e vamos mostrar um pouco desta charmosa cidade que fez parte da rota do Império.

Por volta de 10:30h chegamos no Porto onde pegamos um Catamarã onde navegamos pelo Rio São Francisco. Quem faz o circuito bate e volta almoça no restaurante do porto chamado Karrancas, e para adiantar antes de embarcar já deixa tudo pago. Quando fomos tinha muita gente para fazer o passeio – vi muito mais de 15 vans, e por isso é bom adiantar tudo o que puder. Como nós iríamos fazer pernoite por lá, enquanto as pessoas almoçavam iríamos ser levadas até o hotel.

O catamarã é praticamente todo aberto e é muito muito muitooooo quente. Não pode esquecer de levar o protetor solar e um chapéu para se proteger! Na embarcação tem um bar onde é possível comprar água, refrigerante, cervejante, picolé…

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Imagem de São Francisco nas margens do rio que leva seu nome
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Catamarã Navegando no Velho Chico

O catamarã navega aproximadamente 1 hora até fazer a parada no Cânion onde podemos descer e tomar banho de rio numa área fechada tipo uma piscina que é cercada por rede. Esta piscina é bem funda e por isso entramos com coletes e/ou macarrão de hidroginástica.

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Piscina Infantil ao lado do Cânion do Xingó
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Piscina de Adulto – Cercada por rede – para entrar é solicitado colete e/ou macarrão – mais de 50m de profundidade

Para quem desejar, há uma opção de andar numa canoa pelo cânion que cobra BRL 5 por pessoa. Eu particularmente achei o Cânion muito pequeno, um percurso muito curto.

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Visão no Cânion

Na volta, como já havia dito o almoço é feito no restaurante Karrancas e há várias lembranças, inclusive personalizadas a venda. Durante todo passeio há fotógrafos disponíveis para fazer fotos.

Uma outra opção de passeio rápido é fazer stand up em frente ao restaurante no rio São Francisco.

Dica: para curtir efetivamente o Rio São Francisco sugiro a pernoite na região. O primeiro motivo é que se você fizer um bate/volta, são quase 7 horas dentro de uma van o que é muito cansativo, o  segundo motivo é que esse passeio costuma ser muito cheio, você ficará num espaço muito pequeno do rio com muita gente,  o que não é muito legal. É possível curtir muito mais a região fazendo outros passeios – o que não quer dizer que este não valha a pena!

Fomos para Piranhas por volta de 15h e nosso próximo post falarei sobre esta cidade super charmosa!

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Aracaju – SE


Como disse no post anterior, chegamos em Aracaju de madrugada e pudemos curtir dias inteiros. Começamos nosso roteiro curtindo um pouco o hotel,relaxando na piscina.

Nosso primeiro passeio foi o teleférico de Aracaju. Fomos de táxi até lá, a corrida deu BRL 50. Ele fica distante de Atalaia e não aconselho ir de ônibus. O interessante é ir  de táxi e pedir para o motorista aguardar, pois o teleférico se encontra em um local afastado da cidade. Nosso motorista de táxi subiu conosco no teleférico.

A subida é bem bonita, com muito verde, além da vista para o zoológico (não fomos no zoo). No alto tem uma estátua de Nossa Senhora da Conceição. Devido a todo o verde  por mais alto que seja, não conseguimos ver o mar ou qualquer coisa. Ao redor do alto morro do teleférico tem uma “floresta”, que nos avisaram para não entrar pois estava tendo muitos assaltos (os assaltantes estavam escondidos nas árvores). Nós acabamos entrando na mata pois um policial fez nossa a escolta (havia um grupo de 4 pessoas que estavam lá no momento além de nós 2). A beira do morro é possível ver Barra dos Coqueiros (cidade vizinha) e Aracaju. Andar de teleférico é bem legal, então acho um passeio que vale a pena, sem contar com o preço que é justo – BRL 16. O horário de funcionamento do teleférico é de 9:30 às 16h e não funciona as segundas).  Neste passeio o mais caro é realmente  o táxi.

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Nossa Senhora da Conceição
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Vista após caminhada na mata

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Saindo do Teleférico paramos no Mercado Municipal. Nele é possível comprar os artesanatos da cidade, e castanha – pra vários tipos e gostos: salgada, doce, com chocolate,… Me chamou a atenção o preço da castanha de caju: em média BRL 32/kg. Aqui no Rio de Janeiro a mesma castanha é vendida por BRL 65 – então, vale a pena comprar!

Demos várias voltas no mercado, almoçamos no restaurante a kilo que fica encima do mercado, que é bem gostoso, e tem uma vista bacana também.

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Vista do Restaurante – Mercado Municipal de Aracaju

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De lá fomos até o Museu da Gente Sergipana. Que museu encantador! De forma interativa, ele mostra a cultura sergipana e é gratuito!

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Museu da Gente Sergipana

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O Museu da Gente Sergipana fica próximo ao Mercado Municipal, cerca de 20 minutos caminhando porém confesso que peguei um táxi e custou cerca de BRL 10 (ele fica localizado na rua principal, onde fica o rio, em direção a Atalaia). Atenção que o museu não abre as segundas (horário de 10h as 16h – exceto final de semana e feriado que fecha as 15h – sim também achei estranho final de semana fechar mais cedo!!).

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entrada do museu

Passamos a tarde no museu e quando voltamos para o hotel, nos arrumamos para ir a orla de Atalaia para comer e conhecer o projeto Tamar que também tem uma unidade em Aracaju (o projeto está presente nos estados do RJ, SP, BA, SE, RN, CE). Para quem não conhece, o projeto Tamar luta e atua pela preservação das tartarugas-marinhas ameaçadas de extinção. Em Aracaju há um oceanário do projeto que funciona diariamente das 9h as 21h. A entrada custa BRL 18. O oceanário possui diversos aquários com tartarugas, tubarões, arraias e os mais diversos tipos de peixes. Para conhecer mais sobre o projeto, acesse o site Projeto Tamar.

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Orla de Atalaia
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Oceanário – Projeto Tamar
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Aquário Tartarugas

Depois de visitar o projeto, queria ir comer algo na Passarela do Caranguejo, mas estava tão cansada que comi próximo ao hotel e fui dormir, pois no dia seguinte nossa viagem começaria cedo para Canindé de São Francisco !<3

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OURO PRETO, MARIANA, BH – PARTE II


Seguindo nossa viagem a Ouro Preto fomos conhecer o distrito de Lavras Novas.

Este distrito fica cerca de 17km de Ouro Preto. É possível ir de ônibus regular, mas os horários são bem restritos.  Conversamos com um motorista de táxi que fechou a corrida por BRL 80. A estrada que leva até Lavras Novas é de terra e diga-se por passagem bem esburacada. Levamos cerca de 30 minutos para chegar ao centro. Para quem gosta de aventura, sugiro que reserve mais que um dia para ficar nesta região que conta com algumas pousadas (para pesquisar pousadas na região entre no link Pousadas em Lavras Novas).

Mas o que encontramos em Lavras Novas? Diversas cachoeiras (3 pingos, do falcão, pocinho, prazeres, castelinho, dos namorados), comidinha caseira mineira, lojinhas de artesanato,  rapel, tirolesa, trekking, escalada, caiaque…

Como fomos apenas para passar o dia, fomos a uma cachoeira, almoçamos e olhamos as lojinhas. Para voltar por sorte pegamos o telefone do motorista que nos levou – o transporte é bem difícil nesta região.

Escolhemos a cachoeira dos Pocinhos para visitarmos. Andamos bastante até conseguirmos chegar até ela. Há vários trechos de mata bem fechada, em vários momentos tivemos a sensação: “estamos no quintal de alguém!”, “e se tiver um cachorro?”. A trilha não é muito sinalizada. Encontramos várias pessoas perdidas para os 2 lados: onde fica a cachoeira?, como faço para voltar?.

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Casa da Bruxa no caminho para Cachoeira Pocitos
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Trilha para chegarmos a cachoeira
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Pocitos

Como o próprio nome diz Pocitos é um poço – a cachoeira fica bem distante, queda pequena, porém é um poço grande. A água  estava geladíssima, foi difícil de tomar coragem para entrar, mas consegui. Depois de 30 minutos, o tempo começou a fechar, ameaçando um temporal e fomos embora. Foi bem angustiante, porque estava começando a chover, estávamos no meio da mata, e ouvíamos trovões e raios um pouco distante. Depois de um tempo estávamos cansadas, não conseguíamos andar rápido e não chegávamos a lugar algum. O engraçado foi quando vi uma parede verde e falei para minha amiga: Denise estamos perdidas não lembro desta parede e ela respondeu: graças a Deus -eu lembro acabou a trilha!

Voltamos a rua da casa da bruxa e andamos até o centro onde buscamos um local para comer. Passamos por um restaurante (Restaurante Delírio – tipo uma pensão) que estava bem cheia e resolvemos ficar por lá mesmo. Nos sentamos na varanda da casa e um cachorro se apaixonou pela minha amiga.  A pensão era do seguinte estilo: árvore na frente da varanda com as folhas caindo sobre a gente, cachorro metendo a cara na nossa comida, a terra batida em frente a casa… acho que tudo isso fez com que a comida tivesse um gostinho especial.

Depois do almoço, andamos pelas lojinhas e o motorista de táxi foi nos buscar.

Passamos mais um dia em Ouro Preto, subindo e descendo as ladeiras, indo a blocos de carnaval, explorando a cidade, vendo que a arquitetura foi muito bem preservada.

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Na quarta feira de cinzas gostaria de ter ido a Inhotim – o Instituto Inhotim é um dos mais importantes centros de arte contemporânea do mundo, com uma área de visitação de 140 hectares: possui um jardim botânico, acervo com mais de 200 obras de arte contemporânea em exposição nas 22 galerias e jardins  –  localizado na cidade de Brumadinho que fica  55km de Belo Horizonte e  108 km de Ouro Preto. Infelizmente a logística de ônibus não permitiu que fôssemos para lá -pois os horários de ônibus eram restritos e tínhamos o problema do horário de voo de volta ao Rio.

Então aproveitamos o dia para conhecer um pouco de Belo Horizonte. Pegamos a van de volta a BH, descemos na rodoviária, pagamos pelo serviço de guarda volumes para nossas malas e fomos dar uma volta na cidade.

Pegamos um táxi até a Praça Liberdade onde estão localizados o MM Gerdau (Museu das Minas e do Metal), Espaço Conhecimento da UFMG, Centro Cultural Banco do Brasil e o Memorial Minas Gerais Vale. Esta praça é um pólo de cultura. Uma atração ao lado da outra o que achei muito legal. Como era feriado, só conseguimos visitar o CCBB e o Museu das Minas e do Metal.

Fiquei m-a-r-a-v-i-l-h-a-d-a com o museu administrado pela Gerdau – Museu das Minas e do Metal. Totalmente interativo, ele é um show de conhecimento – e o melhor: gratuito! Nele você encontrará informações desde formações rochosas até pedras preciosas (tudo interativo), passará pela exploração histórica destes recursos no Brasil. Sabe aquele lugar que você encontra muitas informações e que são passadas de forma tão natural que você não quer sair de lá, quer aprender mais e mais? O  museu funciona de terça a domingo de 12h as 18h. Para maiores informações, acesse Museu das Minas e do Metal.

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Pedras Preciosas, Composição das Pedras – tudo interativo – MM Gerdau

 

 

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Finalizamos nosso passeio com a vista do Mirante das Mangabeiras, onde temos uma excelente vista de toda cidade de Belo Horizonte!

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Ouro Preto, Mariana, BH – Parte I


Em 2015, antes da grande tragédia ambiental de Mariana, conseguimos visitar esta região do país, rica de cultura e história.

Nossa história em Ouro Preto e Mariana começou em dez/2014, quando encontrei passagens para Belo Horizonte por BRL 115 ida e volta para viajar no carnaval. Já tinha quase 2 anos que eu manifestava a vontade de levar Stephanie a Ouro Preto (eu também não conhecia a cidade!).

Stephanie já está estudando várias coisas sobre a história do Brasil e podermos conhecer pessoalmente cidades históricas do nosso país é uma coisa  que acho que não tem preço. Imagino o que vocês possam estar pensando agora… carnaval em Ouro Preto é só bagunça! E respondo que é bagunça, para quem procura bagunça, tem história para quem procura história e também muita diversão!

Como disse anteriormente, eu e Stephanie fomos de avião até Belo Horizonte, uma viagem de duração aproximada de 1h. Um ponto meio óbvio mas que eu não me atentei quando comprei a passagem: no carnaval não viaje pelo aeroporto Santos Dumont – foi horrível conseguir chegar no aeroporto – todas as ruas fechadas!!! Desorganizada como eu sou, obviamente não comprei passagem de ônibus antecipadamente de BH até Ouro Preto. Para quem não conhece, Belo Horizonte tem 2 aeroportos: Pampulha e Confins. Pampulha é o aeroporto doméstico, que fica próximo a Lagoa da Pampulha, dentro de Belo Horizonte. Confins é o aeroporto internacional, que fica na “Grande BH”, aproximadamente 1h do centro da cidade. O voo que pegamos era para Confins e de lá há ônibus executivos (pagos) que nos levam até o aeroporto da Pampulha e a rodoviária. Para maiores informações sobre preços e horários destes ônibus, consulte Conexão Aeroporto BH. Chegamos a rodoviária e obviamente sendo carnaval não tinha ônibus para Ouro Preto, ou melhor tinha: se esperássemos por volta de 10h para o próximo ônibus disponível. Mas há uma outra opção: van – em frente a rodoviária há diariamente vans para Ouro Preto (mesmo não sendo feriado). A viagem de BH a Ouro Preto durou um pouco mais de 1h.

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esperando o horário de embarque

Nos hospedamos na Pousada Mezanino, que fica muito bem localizada, próxima a Museus, Praças, Rodoviária e eventos de Carnaval. Fizemos a reserva através do site Booking. Quando chegamos no hotel (já na hora do almoço de sábado de carnaval!), nossa amiga Denise, que nos acompanhou nessa viagem já estava lá (ela foi sexta feira depois do almoço de ônibus direto até Ouro Preto- Viação Útil – aproximadamente 7 horas de viagem no ônibus executivo).

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Apesar de próximo,  o táxi da Rodoviária a Pousada Mezanino custou BRL 30

Visitamos o Museu da Inconfidência, que é repleto de histórias interessantes. O problema é que não pudemos tirar nenhuma foto, mesmo sem flash. Antes de entrarmos, perguntamos quanto tempo dura em média o circuito de visitarmos as salas, pois fomos no final da tarde. Falaram que 1 hora seria mais que suficiente (faltava 1 hora para fechar o museu). Minha opinião: 1 hora não é suficiente. Este museu é riquíssimo de informações e no final estávamos praticamente sendo expulsas das salas. Lá encontramos obras de Aleijadinho, artefatos ligados a Inconfidência Mineira (destaque para Panteão da InconfidênciaUm espaço especial dentro da Casa da Câmara para abrigar os restos mortais dos inconfidentes. Estão no Panteão os restos de treze dos vinte e quatro sentenciados pela coroa portuguesa. Uma lápide vazia é o memento dos ausentes, entre os quais está Tiradentes, cujo corpo foi esquartejado e exposto).

O museu se localiza na Praça Tiradentes, bem próximo a pousada que ficamos hospedadas. A entrada custa BRL 10 e há uma lojinha de souvenir do museu. Para maiores informações, acesse Museu da Inconfidência.

Como havia um palco (show do carnaval) em frente ao Museu da Inconfidência, não consegui tirar uma foto frontal do museu. Estou procurando as fotos para compartilhar com vocês mas não estou conseguindo encontrar nenhuma legal.

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Entrada do Museu da Inconfidência
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Fotos em frete ao Museu da Inconfidência, onde havia um dos palcos principais de carnaval

 

No entorno da Praça Tiradentes há muitas lojinhas com artesanatos (principalmente esculpidos em pedra sabão – marca da cidade), doces mineiros e muita cachaça, é claro! Difícil escolher o que comprar!

A uma quadra de distância, encontramos a igreja São Francisco de Assis – onde fica o Museu do Aleijadinho – onde estão suas principais obras.  Antônio Francisco Lisboa  (Aleijadinho) iniciou a construção desta igreja no ano de de 1766. A sua construção se estendeu até meados do século XIX. Aleijadinho utilizou recursos arquitetônicos incomuns aos templos mineiros. Merecem destaques os dois púlpitos esculpidos em pedra sabão, datados de 1771, o altar-mor, o lavabo da Sacristia e o teto pintado por Mestre Athaíde.

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Igreja de  São Francico de Assis – Museu Aleijadinho

Em frete a igreja encontramos a  popularmente conhecida Feirinha de Pedra Sabão (Feira de Artesanato Largo do Coimbra) – ela funciona diariamente de 7 às 19h.

Após subirmos e descermos muitas ladeiras (estejam preparados!), curtimos o carnaval. São mais de 10 palcos espalhados com diversos tipos de música (ouvimos até rock argentino!). Mas de todos os blocos darei destaque ao Zé Pereira!

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Bloco do Zé Pereira

Separamos o dia seguinte para passarmos em Mariana. Para isso fizemos o passeio do Trem da Vale: Trem turístico Ouro Preto – Mariana. Antigamente uma Maria-Fumaça que ligava as duas cidades (ela está disponível para visitação). A passagem de trem custa BRL 40 ida para adulto e BRL 56 ida e volta. O horário de funcionamento é de 9 às 17h e recomendo que compre a passagem com 1 dia de antecedência.

Procurei saber se após o incidente se o trem continua circulando, e infelizmente o trem está em manutenção. Para saber mais sobre o passeio, acesse Trem da Vale.

A estação de trem fica um pouco distante do centro de Ouro Preto: uma caminhada de aproximadamente 25 minutos. Há ônibus que passam na estação, mas o intervalo de horários é grande. Sugiro que façam esse trajeto de táxi para não ter o risco de perder o trem. Quando fomos comprar os boletos, conseguimos uma carona com o funcionário de uma pensão que almoçamos – a facilidade das cidades pequenas – todo mundo se conhece e se ajuda!

Ficamos na dúvida se seria melhor comprar só ida ou ida e volta – como a diferença de comprarmos ida e volta era pequena, fizemos essa escolha. Uma coisa que achei ruim são os horários dos trens… achei pouco tempo – fizemos tudo com o horário bem apertado, apesar de termos comprado o primeiro horário.

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Coreto em frente a Estação da Vale

Percorremos os 16 km que separam Ouro Preto de Mariana em 1 hora. O trem é simples, sem serviço de bordo e muito bem conservado. Tem um instrutor por vagão, que fala um pouco sobre a história. A única “emoção” que há no percurso, são pequenos túneis que deixam os vagões em um breu total.

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trem turístico com o mesmo desenho dos antigos trens com interiores de madeira

 

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Estação de Mariana

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Na estação de trem de Mariana além do parquinho acima, há atividades culturais educativas promovida pela empresa Vale.

Ao sairmos de estação de trem de Mariana, pegamos um ônibus em frete a estação para a Minas da Passagem. Ela é a maior Mina de Ouro aberta a visitação do mundo. Descemos através de trolley (trenzinho que vemos nas minas), que chega a 315m de extensão e 120m de profundidade. Lá embaixo há um maravilhoso lago natural. Há pessoas que praticam mergulho profissional nesse lago e algumas pessoas que desceram conosco e estavam de roupas de banho entraram no lago (apesar de não ser permitido, a guia deixou eles “experimentarem” – dica: vá com roupas de banho!).

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Descida na Mina
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Lago com pessoas mergulhando
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Caminhos da Mina

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A entrada para Mina custa BRL 30 adulto e BRL 26 criança. Na saída tem um pequeno museu com peças antigas, uma lojinha de artesanato em pedras e um restaurante. Não achei necessário levar lanterna.

O passeio durou mais de 2 horas. Pegamos um ônibus para voltarmos ao centro de Mariana. Faltava um pouco menos de 2 horas para pegarmos o trem para voltarmos a Ouro Preto (o último trem que compramos o boleto era as 16h!). Paramos em uma lanchonete para comermos algo e fomos para a estação de trem. O percurso da ida eu aproveitei para apreciar a vista e pensei em tirar mais fotos na volta, pois já teria ideia do que iríamos encontrar, mas fomos tomados por uma surpresa. O trem teve um problema e não pudemos embarcar. A Vale devolveu o nosso dinheiro (não lembro bem ou foi 60% do valor total pago ou foi 100% – não foi apenas o valor da diferença entre as passagens de apenas ida e ida e volta) e  ainda assim disponibilizou vans para nos levar de volta a Ouro Preto.

O problema que vi neste passeio foi o tempo que era muito curto caso quiséssemos ir e voltar de trem. Não tivemos tempo de conhecer Mariana (só ficamos próximos a estação de trem e a visita a Mina). Pode ser interessante passar uma noite na cidade para poder conhecer melhor a história que ela tem a oferecer! ❤

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Foz do Iguaçu -Maravilha do Mundo- Parte IV


Finalizamos nosso tour por Foz do Iguaçu com o Parque das Aves. Ele está localizado em frente ao Parque Nacional do Iguaçu, ou seja, se você for de táxi o valor da corrida do centro ao parque é cerca de BRL 50.

Este parque tem preço diferenciado conforme local de residência do visitante (Foz do Iguaçu, brasileiros e estrangeiros). Eu paguei BRL 24 pela entrada. Mais informações sobre o parque, acesse o site Parque das Aves.

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Entrada para o Parque das Aves

Na entrada do parque há a árvore da vida que fala sobre a seguinte lenda:

“Em suas andanças pelo mundo jovem deus Wotan se depara com a Árvore da Vida. Entre as raízes da árvore nasce a fonte do Saber. O Deus oferece um olho em sacrifício para beber da água e então com sua espada corta um pedaço do tronco. Com esta madeira ele cria uma lança, na qual entalha as regras do mundo. Com esta lança ele domina o mundo. Mas… A árvore ao ser ferida morre e a Fonte do Saber seca. A árvore pega fogo, se espalha e consome toda a Terra. Depois a água inunda tudo… extinguindo homens, gigantes, anões e deuses. As águas descem… e a natureza ressurge, porém desta vez sem seres humanos. Conservação é tentar e atingir a sustentabilidade global.” Esta lenda antiga nos lembra da ameaça que a humanidade impõe ao “nosso” planeta e declara a verdade extrema: A natureza não precisa de nós, mas precisamos da natureza.

 

E logo fomos recebidas no parque pelos flamingos!

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E várias aves!

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As aves não são o único destaque deste parque, a flora também se revela de maneira belíssima!

Entramos em um grande viveiro…

No final do parque há uma lojinha de souvenir que vende literalmente de pano de prato a jóias com pedras da região.

Fizemos o tour em uma manhã e logo após o almoço fomos para o aeroporto com vontade de voltar a Foz (principalmente  ao Parque Nacional do Iguaçu) <3!

 

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Foz do Iguaçu -Maravilha do Mundo- Parte III


Reservamos nosso terceiro dia para conhecer a Usina Hidrelétrica de Itaipu Binacional, uma empresa 50% brasileira e 50% paraguaia (Brasil compra um bom percentual de produção do Paraguai!). Ela é reconhecida como uma das maiores obras da engenharia moderna, sendo a maior usina hidroelétrica em produção do mundo. Depois que fizemos o passeio descobrimos que Itaipu é mais que uma usina hidrelétrica. Vocês sabiam que existe uma Universidade Federal da Integração Latino Americana? Eu nem desconfiava!

Compramos o pacote do passeio com a  Loumar Turismo, mas é possível pegar um táxi até a usina e comprar por conta própria os tickets para as atrações de Itaipu. Uma das facilidades de você comprar com a operadora de turismo é a facilidade de pagamento (você pode parcelar) assim como a questão de transporte, pois a usina fica afastada da cidade. Assim como o Parque Nacional do Iguaçu, a usina oferece vários passeios. No site Turismo Itaipu, vocês poderão consultar os tipos de passeios, horários disponíveis e preços. Alguns passeios há restrição de idade, como por exemplo o Circuito Especial  (maiores de 14 anos) por ser uma visita a uma área industrial e Test Drive Veículo Elétrico (maiores de 18 anos com habilitação válida).

Nós fizemos os passeios Vista Panorâmica (BRL 27 adulto), Ecomuseu (BRL 10 adulto), Polo Astronômico (BRL 20 integral).  Além destes passeios é possível fazer os passeios Porto Kattamaram (BRL 60 integral, 3 horários possíveis -não fizemos porque o guia não recomendou – estava ventando muito!), Iluminação da Barragem (BRL 16 integral, disponível apenas sexta e sábado), Refúgio Biológico (BRL 20 integral, 4 horários disponíveis).

Ficamos o dia inteiro na usina fazendo os  3 passeios. Saímos do hotel as 9h. Não é possível fazer todos os passeios em 1 dia. O site Turismo Itaipu ajuda a programar os horários de todos os passeios que vocês possam se interessar, é bem interessante.

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Início do Passeio Vista Panorâmica

Antes de pegarmos o ônibus panorâmico, assistimos uma pequena palestra que falava sobre a construção da Usina. Tudo muito interessante. Na ante sala do auditório há maquetes de toda área da usina, tudo muito bem feito.

Fomos encaminhadas para o ônibus do passeio panorâmico, onde há duas pessoas nos auxiliando: um guia que fala sobre os pontos que passamos e um aposentado da usina (que trabalhou na construção) e fala sobre curiosidades da obra.

Esta parte do programa tem duração aproximada de 2h. Passamos muito frio no passeio. Em Itaipu venta muito, então minha primeira dica é , se vocês forem no inverno como fomos, se agasalhem bem. O pior é o frio no rosto! Na primeira parada há uma pequena lanchonete que vende café quentinho (essencial!).

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Comportas Abertas – A força de Itaipu

A última parada antes do ponto inicial é o Porto Kattamaram onde um bom restaurante. Porém não almoçamos lá devido ao intervalo do horário do ônibus que faz o circuito passeio panorâmico (30 minutos), pois o tempo poderia ficar apertado para o próximo passeio.

Queríamos fazer o passeio de barco no Porto Kattamaram, mas o guia do ônibus não recomendou fazer naquele dia pois além do tempo estar muito nublado, a ventania iria nos incomodar muito.

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Quando voltamos ao ponto inicial, almoçamos, fizemos umas comprinhas e esperamos a van que nos levou ao Ecomuseu.

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No Ecomuseu encontramos informações sobre a fauna, flora, rios e tribos próximos ao rio Paraná, onde se localiza Itaipu.

Há várias informações interativas no museu, o que torna tudo mais interessante.

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Quando saímos do Ecomuseu, fomos para nossa última descoberta de Itaipu: Polo Astronômico. É difícil de falar sobre o passeio, pois é muita informação, mas posso garantir que é muito legal. Como na data que fomos o céu estava nublado, não conseguimos ver as estrelas do super telescópio, mas pudemos aprender várias coisas a respeito da formação dos planetas, e as diferenças e semelhanças entre eles. Aconselho quem for, pegar o último horário mas espero que tenham mais sorte e possam ver as estrelas.

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Entrada do Polo Astronômico

Após entrarmos no pólo astronômico, fomos a cúpula onde fica o telescópio para aprendermos um pouco sobre ele, como funciona e o quão moderno ele é.

Após esta palestra, as crianças participaram de várias brincadeiras. Tocaram meteoritos e conheceram suas histórias (descobriram que tem gosto de ferro!), conheceram outros planetas e as diferenças de pesos entre eles…

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Stephanie e o meteorito

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Aprendendo a diferença de peso dos astros no nosso universo

Por fim fomos ao auditório do Pólo Astronômico e assistimos um vídeo sobre o universo, onde ficávamos bem inclinados na cadeira na total escuridão.

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Antes de todas as luzes se apagarem!

E assim terminou nosso passeio pela Itaipu Binacional, uma empresa que além de produzir energia, sabe produzir turismo <3!20150715_104811.jpg

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Foz do Iguaçu -Maravilha do Mundo- Parte II


Nosso segundo dia começou com uma chuvinha que não passava. Não tinha nenhuma opção de passeio na parte da manhã e ficamos desanimadas tanto de fazer um city tour quanto caminhar pela cidade. Com os percursos que havíamos feito de táxi no dia anterior achamos a cidade muito feia.

Fechamos um passeio para a parte da tarde onde iríamos ao complexo chamado “Dream Land”. Ele é composto pelo Museu de Cera, Exposição Maravilhas do Mundo e Parque dos Dinossauros. Para estas 3 atrações pagamos BRL 90 (adulto) e BRL 60 criança. Apenas o Parque dos Dinossauros é aberto, então a chuva não atrapalharia tanto.  Quando chegamos não estava chovendo e fomos direto para o Parque dos Dinossauros. Para maiores informações, acesse o site Dream Land.

Eu e Stephanie não curtimos muito dinossauros, mas estávamos tentando fazer o que era possível com o tempo. Para quem gosta, acredito que seja legal, tem dinossauros gigantes que se mexem e emitem sons.

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Após o passeio no Parque dos Dinossauros fomos ao Museu de Cera. Este é o terceiro Museu de Cera que nós visitamos e achei ele bem legal, diferente por exemplo do Museu de Cera de Petrópolis que eu não recomendo para ninguém.

Em algumas estátuas há possibilidade de tirar fotos bem próximas com os fotógrafos do museu.

Após sairmos do museu de cera, fomos ver a exposição Maravilhas do Mundo.  Nessa exposição encontramos réplicas de monumentos do mundo.

 

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Finalizamos o dia jantando no restaurante Cuisine du Ciel que fica no 18º andar do hotel Golden Tulip. O restaurante oferece uma vista panorâmica da cidade, um descontraído show de piano para tornar o ambiente do jantar mais relaxante e intimista, além de uma comida deliciosa. O jantar para 2 duas pessoas sai por cerca de BRL 150.

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Vista do Restaurante Cuisine Du Ciel
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Foz do Iguaçu -Maravilha do Mundo- Parte I


Olá mundo!  Nas férias de julho de 2015, antes de termos a oportunidade de conhecermos o Peru, fomos agraciadas com uma promoção da Tam que nos levou a uma das maravilhas do mundo: Cidade? Foz do Iguaçu –  Destino: Cataratas do Iguaçu. .

Sempre tive vontade de conhecer Foz, mas o preço da passagem me desanimava. No meu hábito de procurar passagens, consegui comprar as passagens para nós2 por BRL 600! Esse geralmente é o preço de uma passagem! Ficamos super felizes e animadas e já gostaria de dividir uma informação com vocês: o preço da passagem não é nada comparado ao preço dos passeios: achei tudo caríssimo e vamos ver se vocês concordam.

Nossa viagem foi de 3 noites em Foz do Iguaçu. Na semana da viagem a previsão era de chuva para todos os dias.  Apesar de termos conseguido visitar todos os lugares que nos propusemos, o mal tempo nos desanimou um pouco.

Chegamos em Foz pela manhã e não estava chovendo. Pegamos um táxi no aeroporto e fomos para o hotel, largarmos a mala e fomos para o Parque Nacional do Iguaçu (Cataratas) para aproveitar que não estava chovendo.

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O aeroporto de Foz do Iguaçu fica muito próximo ao Parque Nacional do Iguaçu. Uma opção possível que só soube depois era ter ido direto para o parque (devido ao meu desespero quanto a chuva!). Lá há grandes guarda volumes para malas. O percurso do aeroporto ao hotel saiu por BRL 50 e o percurso das cataratas ao hotel pagamos o mesmo valor. É possível ir de ônibus público, porém só tínhamos 3 dias com previsão de chuva para todos os dias então não quisemos arriscar perder nenhum segundo de tempo seco.

Nos hospedamos no hotel Golden Tulip. O café da manhã é excelente e na cobertura há o restaurante que é um ponto turístico da cidade. As acomodações deixam um pouco a desejar. Os quartos são grandes mas precisam de reformas. O valor da diária é bem acessível, reservamos pelo http://www.hoteis.com e acho que o custo benefício vale. Não utilizamos a piscina do hotel (é externa) devido ao mal tempo. No hotel há um stand da empresa de turismo Loumar oferecendo diversos passeios, que é algo interessante. Porém se você quiser ir a algum jantar show (as opções são: italiano ou rodízio de carne), tem que reservar com cerca de 2 dias de antecedência pois as vagas são muito disputadas.

Há 2 entradas para o Parque Nacional do Iguaçu: o do lado brasileiro e o do lado argentino. Todos os passeios que fizemos foram do lado brasileiro. Se vocês viajarem com crianças e um dos pais não estiver presente, é necessária uma autorização para sair do país (não esqueçam que isto é válido para cruzar a fronteira da Argentina para alguns passeios). Esta autorização deve ser feita de acordo com o modelo da polícia federal e deve ser reconhecida no cartório por autenticidade ou seja, deve ser assinada no próprio cartório.

O motorista de táxi que pegamos tinha licença de guia turístico e com isso não precisamos entrar na fila para comprar os ingressos. No Parque Nacional do Iguaçu há alguns passeios extras que podem ser feitos e pagos a parte. Você pode adquirir estes passeios extras na entrada do Parque mas há também bilheterias próximas as atividades.

No bilhete simples de entrada ao parque, que custa BRL 33 para adultos e BRL 8 para crianças até 11 anos, há um ônibus turístico disponível que para nos atrativos extras que listarei mais abaixo.

  • Trilha das Bananeiras (deve ser agendado com pelo menos 24 h de antecedência; o passeio tem duração média de 2.5h, custa BRL 216 adulto e BRL 108 criança de 7 a 11 anos)
  • Trilha do Poço Preto (deve ser agendado com pelo menos 24 h de antecedência; o passeio tem duração média de 4h, custa BRL 278 adulto e BRL 139 criança de 7 a 11 anos)
  • Passeio a Ilha dos Papagaios (duração de 1h, custa BRL 123 adulto e BRL 61.5 criança de 7 a 11 anos)
  • Caminhada nas Bananeiras (duração de 1h, custa BRL 60 adulto e BRL 30 criança de 7 a 11 anos)
  • Floating (duração de 2h, custa BRL 164 adulto e BRL 82 criança de 7 a 11 anos)
  • Passeio a Porto Canoas (duração de 20 min, BRL 61 adulto e BRL 30.5 criança de 7 a 11 anos)
  • Macuco Safari (não precisa ser agendado previamente, duração de 2h, custa BRL 179 adulto e BRL 89.5 criança de 7 a 11 anos)
  • Cataratas

Para maiores informações, visite o site Macuco Safari.

Compramos o passeio extra Macuco Safari. Não posso falar pelos outros passeios que não fiz, mas acho essencial fazer o Macuco Safari.

Ao descermos do ônibus no ponto do Macuco Safari, encontramos fofos quatis nos rodeando. Mas aviso logo, eles são fofos mas perigosos! Só soube disso um tempo depois. Um deles no final do passeio começou a subir na minha perna e eu estava achando uma gostosura só, uma vontade de levar pra casa. Depois descobri que ele estava se pendurando no meu joelho porque sentiu cheiro de biscoito na minha bolsa. Em um dado momento ele pulou no meu peito e fiquei apavorada!!!!  Um funcionário do parque apareceu e falou que ele estava ouriçado porque devia estar sentindo cheiro de comida na minha bolsa. eu não sabia, mas caso ele me arranhasse (as unhas são piores que do meu gato Turbinho!) ou me mordesse eu teria que tomar mais de 7 vacinas! Este animal super fofo transmite raiva. Depois soube também que eles estão se reproduzindo descontroladamente no parque e que no ano passado milhares deles foram recolhidos do parque e inseridos na Mata Atlântica.

Aviso aos turistas de primeira viagem: imprescindível o uso de repelente, protetor solar, água, e ter qualquer comida muito bem guardada!

O passeio começa com veículos elétricos tipo safári que nos levou até o meio da mata do Parque Nacional do Iguaçu. Há um guia que fez observações sobre a fauna e flora, além de curiosidades sobre o Parque Nacional.

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Depois fizemos a pé um pequeno percurso de mais ou menos 10 minutos e chegamos a base onde há uma lanchonete que comemos antes de guardarmos nossos pertences para o passeio de barco. Se o seu celular e/ou câmera não for a prova d’água deve ser deixado no guarda volumes porque realmente molha tudo! Comprei uma máquina com valor bem em conta da Sony que é a prova d’água e conseguimos tirar muitas fotos sem receio algum de estragar o aparelho. Quando arrumei as malas, eu havia separado roupas para trocar neste passeio, mas saímos tão corridas do hotel que esqueci tudo!

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A Stephanie simplesmente a-d-o-r-o-u o passeio queria fazer várias vezes.  Fomos bem próximos a algumas queda d´água, realmente foi muito legal.

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Antes de pegar o barco Macuco Safari

 

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Quando saímos do barco, tivemos que comprar roupas novas na lojinha. Pegamos novamente o ônibus e descemos na última parada que é das quedas principais. Logo ao descermos do ônibus somos abordados por vários quatis e há um parapeito que conseguimos ver de longe as grandes cataratas.  Há um caminho por onde percorremos até chegarmos mais próximos as cataratas. neste caminho há uma lanchonete e banheiros.

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A famosa passarela que nos deixa próximo a queda d’água fica no final deste caminho. Muitas pessoas vão de guarda-chuva e capa de chuva para não se molharem, mas eu diria que o melhor deste passeio é se molhar e se energizar com a queda d’água.

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O banho de “cataratas” é realmente a melhor parte do passeio.

Depois da passarela, há uma outra loja de souvenir, e acabamos comprando novamente uma blusa porque nos encharcamos de novo! Ao lado da loja há um elevador que nos leva ao ponto do ônibus turístico do parque. Este é efetivamente o ponto final. Ligamos para o motorista de táxi que nos levou até o parque e ele nos levou ao hotel (não é muito fácil você conseguir um táxi no parque, os que estão no entorno geralmente são táxis agendados).

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E assim, finalizamos nosso primeiro dia em Foz do Iguaçu <3!

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MI BUENOS AIRES QUERIDA 2009-2010-2011-2012-2014-… PARTE IV


Chegamos ao último post das dicas de Buenos Aires. Claro que sempre que eu souber de algo novo bacana, escreverei aqui no blog, mas acho que apesar de não ter colocado tudo, não ter falado de todos os museus, acredito que conseguimos listar muitos pontos turísticos para visitar na cidade.

Vamos aos 10 últimos tópicos!

16. Planetário

Em nossa última visita a Buenos Aires, colocamos na nossa agenda uma visita ao planetário. O Planetário de Buenos Aires fica nos Bosques de Palermo logo após o Rosedal. Como fomos andar de bicicleta cedo, fiquei sabendo de um evento de férias e que teríamos que pegar senha para conseguirmos participar (eventos gratuitos!). Escolhemos a visita noturna. Às 16h estávamos na fila para podermos ver as estrelas a noite. Isso aconteceu nas férias de julho e estou detalhando um pouco mais porque foi um evento frustrante. Quando chegamos estava frio: por volta de 10°C. Às 18h quando as senhas começaram a ser distribuídas estava  M U I T O  F R I O, acredito que uns 2°C. Às 19h estávamos quase entrando quando descobri que não entraríamos no planetário: eles colocaram um telescópio no jardim e em menos de 1 minuto olhamos através do telescópio, vimos um borrão vermelho que era Marte e foi isso. Esperamos muito e passamos muito muito frio para algo muito rápido.

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17.Rural

La Rural é o Rio Centro de Buenos Aires. Este centro de exposição fica ao lado do Zoo do Buenos Aires na Plaza Italia. Dependo da programação, vale a pena ir. Eu e Stephanie fomos a uma feira do livro e foi bem legal.

Para saber da programação, acesse o site: http://www.larural.com.ar/

 

18. Ônibus Turístico

Apesar de eu nunca ter pego o ônibus turístico de Buenos Aires, não poderia deixar de citá-lo. A primeira pergunta: por que nunca peguei? Porque acho caro. Acho que peguei esse ônibus turístico em todas as cidades que fui que ofereciam este serviço, menos Buenos Aires (lembrei que não peguei em Lima também!). Para quem tem pouco tempo para conhecer a cidade eu acho este serviço fantástico. Consultei o  valor do boleto para o dia 14/11/2015 e está custando ARS 247 para 24h e ARS 332.50 para 48h.

São 24 paradas:

Para mais informações acesse o site http://buenosairesbus.com/

19. Outlet

Muita gente pergunta sobre as compras etc e tal. Para quem me conhece sabe que eu não sou nada consumista, consumo muitos passeios e viagens, mas coisas materiais é bem difícil. Já fui no outlet de Buenos Aires e não achei nada demais. Nada que me desse vontade de comprar. Dizem que os tênis são bem baratos (aqueles que custam uns BRL 600 por exemplo, você poderia comprar lá pela metade do preço). Não sei se é verdade pois não conheço tênis, mas se estiver no seu roteiro ida ao outlet, veja como chegar!

O Outlet fica na Av. Cordoba (próximo ao número 4200) com Av Scalabrini Ortiz.  O outlet de Buenos Aires não é um shopping, mas sim varias lojas de rua como por exemplo: Levi’s, Nike, Adidas, Lacoste, Cheeky, Extra large.

20. Delta do Rio Paraná ou Delta do Tigre

O Delta do Rio Paraná fica na província de Tigre, que falei um pouco no primeiro Post da Argentina (Parque de la Costa). Ele nada mais é que um passeio de barco no Rio Paraná. Algumas pessoas que conheço acharam o passeio horrível, disseram que o rio é barrento (de fato a água é marrom). As casas as margens do rio são lindíssimas, casas de cinema. No barco costumam distribuir alfajor mas há comida e bebida para comprar. Acho que o passeio vale principalmente pela cidade de Tigre que é muito bonitinha.

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Embarque para o passeio do Delta do Tigre

21. Bairro Chino

Se você busca bugigangas tipo Saara do Rio de Janeiro ou comida chinesa o point é o Bairro Chino de Buenos Aires. Ele é cortado pela linha de trem na estação de Belgrano. Há várias linhas de ônibus na cidade com destino final Belgrano (lá há um terminal rodoviário e tenho quase certeza que o ônibus Boca Olivos passa lá – ele é quase um ônibus turístico de Buenos Aires, passa em todos os lugares!).

 

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Lembrando que este trem que passa por Belgrano e Bairro Chino é o mesmo que vai a Tigre (onde está localizado o Parque de la Costa e o Passeio do Delta do Tigre). Então uma dica é antes de pegar o trem, dê uma volta e conheça o bairro Chino. Uma outra curiosidade que vocês provavelmente perceberão em Buenos Aires é que há muitos chineses com lavanderias e mini mercados nos bairros de Palermo e Recoleta.

22. San Telmo e Mafalda

San Telmo é o bairro boêmio e dos artistas de Buenos Aires.Ele está localizado entre Puerto Madero e Boca. As formas de chegar a este bairro é pegar o ônibus Boca-Olivos ou táxi.

Todos os domingos acontece a famosa feira de San Telmo. Esta feira de antiguidades é bem similar a feira do Lavradio no Rio de Janeiro. Eu particularmente não gosto mas na feira é possível assistir apresentações gratuitas de tango, o que acho bem legal.

Outro ponto turístico do bairro de San Telmo é a estátua da personagem Mafalda, menina desenhada pelo cartunista Quino que completou 50 anos no ano de 2014. A estátua está localizada na calle Defensa con Chile, cerca de 6 quadras da Casa Rosada.

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23. Palermo Soho

Palermo Soho é uma região de Palermo que faz alusão ao Soho de Nova York. Aos finais de semana há feirinha hippie. Os bares noturnos viram lojas de roupas durante o dia. Há ótimos restaurantes nesta região. A concentração de Palermo Soho fica na Plaza Armenia, localizada a 7 quadras de distância da estação de metrô Scalabrini Ortiz (linha verde). A última vez que fomos a Plaza Armenia, almoçamos no restaurante Brooklyn Resto Bar (http://www.brooklynbar.com.ar/). Super indico. A comida é uma delícia e um outro ponto positivo é que pedimos uma massa que não estava no cardápio e o chef prontamente nos atendeu.

24. Tecnópolis

Chegar a Tecnópolis foi uma missão quase impossível. Eu estava a beira de desistir, mas enfim o ônibus passou (peguei um dos ramais da linha 60, andei mais de 15 minutos num lugar horrível, estava a beira de voltar para onde eu havia descido do ônibus através da indicação do próprio motorista, mas eis que avistei a mega exposição). Aconselho que vocês consultem o período em que a exposição estará disponível, mas para quem vai a Buenos Aires ainda em 2015, vi que a exposição foi estendida até novembro.

Tecnópolis é uma super feira de ciências interativa que as crianças simplesmente ADORAM!!! E o melhor: entrada gratuita. O inconveniente é a localização. Para sair de lá peguei um ônibus na auto pista (em frene ao evento) que passava pela Panamericana (parei vários ônibus e perguntei se passava na Panamericana). Desci as escadas do viaduto (Panamericana) e peguei um ônibus que passava na Plaza Italia.

Encontrei este site que dá algumas dicas:  http://www.buenosaires123.com.ar/tecnopolis.php

Este é definitivamente um passeio para um típico porteño mas que os turistas com crianças adorarão!

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Fibras dos tecidos
Fibras dos tecidos
Corpo Humano
Corpo Humano
Cama de gato
Cama de gato
Bicicleta com roda quadrada
Bicicleta com roda quadrada

 

25. Passeio ao Uruguai

Para finalizar, escolhi passeio ao Uruguai. Entrarei em detalhes do passeio no post Uruguai.

Porém vamos adiantar como podemos fazer este passeio. Fui ao Uruguai 2 vezes. A primeira foi por empresa que não lembro o nome, mas peguei o barco em Tigre e desembarquei na cidade uruguaia de Carrmelo. De lá peguei um ônibus até Montevidéu. O barco era bem pequeno e o trajeto até Carmelo foi relativamente rápido (aproximadamente 2 horas) e bem mais barato que a opção que vou  entrar em mais detalhes (Buquebus).

A segunda vez que fui ao Uruguai usei a Buquebus (https://www.buquebus.com/) para fazer a travessia. Há várias possibilidades de embarcações e destinos finais. O destino interessante mais rápido de se chegar no Uruguai sem dúvida é Colonia del Sacramento, uma cidade uruguaia colonizada por portugueses com diversas semelhanças com a cidade brasileira de Parati. É possível visitar esta cidade em 1 dia. Além de Colônia, outras opções são Montevidéu e Punta del Este.

Como eu disse, há 2 possibilidades de embarcações: lancha e barca. Eu viajei de barca que é maior, mais barata porém leva mais tempo até a Colonia ( 3h e 15 min de viagem e custa aproximadamente ARS 600 ida e volta). A outra possibilidade é o barco rápido que custa aproximadamente ARS 1,000 ida e volta e faz o trajeto em 1h e 15 min. Na barca fiz aula gratuita de tango, há uma lanchonete, um duty free, uma área externa para caminhar.

Um ponto de atenção que gostaria de deixar é que comprei as passagens do Buquebus aqui no Brasil e meu cartão foi clonado nesta compra. Isto aconteceu em 2011, mas acho bom avisar. Acredito que vocês não tenham problemas em comprar passagens com uns 2 dias de antecedência em Buenos Aires.

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Lancha rápida
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Barca
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Avistando Colônia del Sacramento

Espero que vocês tenham gostado de todas as dicas de Buenos Aires e alrededores! Caso tenham alguma dúvida, deixem nos comentários que responderei o mais rápido possível <3!

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MI BUENOS AIRES QUERIDA 2009-2010-2011-2012-2014-… PARTE III


Buenos Aires tem tanta coisa pra fazer que estou impressionada com a quantidade de posts que estou escrevendo de apenas 1 cidade. A princípio queria escrever tudo em um post só, mas ficaria extenso demais, pois não quero apenas colocar o nome do ponto turístico (mas se querem ter ideia do que será abordado, listamos tudo no Post I Buenos Aires.

Continuando nossa lista

6.Malba

Malba é o nome íntimo do Museu de Arte Latino Americana de Buenos Aires. Ele fica localizado no bairro Recoleta, bem próximo ao Parque de la Flor que falaremos adiante. Infelizmente não há estação de metrô próximo a ele.

Para ver a programação do Museu, acesse Malba.

7. Cemitério de la Recoleta e seu entorno

Não posso negar que é uma coisa sinistra. Mas o cemitério da Recoleta é um ponto turístico de Buenos Aires. A maioria dos turistas vão para visitar o túmulo de Evita – ou Eva Perón, primeira dama do então presidente Juan Domingo Perón. Porém no entorno do cemitério há várias atividades e eu aconselho reservar um domingo que é o dia que se pode aproveitar ao máximo esta área.

Aos finais de semana, a praça onde fica o cemitério recebe uma feirinha de artesanato e souveniers que é bem legal. Vende muitos brinquedos de madeira…é bem interessante. Aos domingos há recreação infantil e por isso eu recomendo este dia para que seja feita essa visita (claro que isso vale mais para viagem com crianças).

Bem ao lado da entrada do cemitério há o Centro Cultural Recoleta, o Museu Participativo de Ciências e a igreja Nossa Senhora del Pillar.

Para quem é fã do Hard Rock Café, o de Bueno;s Aires está localizado no shopping Buenos Aires Design que fica nesta mesma praça.

E há ainda muitos bares e restaurantes ao redor da praça.

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8. Puerto Madero

Puerto Madero localiza-se atrás da Casa Rosada. É a zona revitalizada do porto de Buenos Aires. Por trás da Casa Rosada vocês verão pistas rápidas (porém com sinal). Atravessando as pistas encontrarão o calçadão as margens do rio da Prata. Esta área é repleta de restaurantes que vendem a especialidade porteña: parrillada. Algumas pessoas acham que parrillada é o nosso churrasco. Mas se você quiser comer uma boa carne deve pedir um “bife de chorizo”. A parrilla consiste em um prato com os seguintes itens: morcila (chouriço), chorizo (linguiça), riñon (rim),  asado (costela), pollo (frango). Geralmente vem 1 peça de cada item que descrevi. Eu particularmente não gosto, e quando como vou no restaurante em Puerto Madero chamado Sigue la Vaca, que é um buffet, então você pega a peça que gostar.

Em Puerto Madero encontramos o Museo de la Fragata, que falamos no Primeiro Post de Bs As (Buenos Aires para os íntimos). É nesta região que encontramos também la Puente de La Mujer, Pontífica Universidad de Buenos Aires (muitas gravações de Violetta foram feitas lá – quem tem filha sabe do que estou falando!!) e o Cassino Puerto Madero.

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9. Parque de la Flor (Floralis Generica)

Próximo ao Malba, está o Parque da Flor. Não há muito o que fazer lá. Tirar umas fotos, deitar na grama, piquenique…

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10. Tierra Santa

Infelizmente não tenho mais fotos do Tierra Santa, exceto as impressas porque conheci este parque em 2009 e minha casa foi assaltada em 2010 e levaram meus computadores. É um parque bem interessante, o único parque temático religioso que ouvi falar aqui da América. Há shows de dança, teatro com cenas de passagens de Jesus,  comida árabe, além dos cenários da época de Jesus, mostrando toda sua vida. Para quem tem filhos, recomendo ir.

O Tierra Santa está localizado ao lado do Aeroparque  (AEP) e vocês poderão encontrar mais informações no site http://www.tierrasanta.com.ar/

11. Obelisco

O Obelisco é um monumento bem famoso em Buenos Aires. Ele foi projetado pelo arquiteto Alberto Prebisch (um dos principais arquitetos do modernismo argentino e autor também do Teatro Gran Rex). Ele está localizado na Av 9 de Julio (a avenida mais larga do mundo, segundo os argentinos) com avenida Corrientes. Nas esquinas próximas ao Obelisco vocês encontraram bons cafés para bater um papo.

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Falando em café, não posso deixar de comentar sobre o Café Tortoni, local fundado em 1858 por um francês chamado Touan. Podemos dizer que ele é a Confeitaria Colombo argentina e fica por volta de 6 quarteirões do Obelisco na Avenida de Mayo 825. Para mais informações, acesse: http://www.cafetortoni.com.ar/br/

12. Boca Jr

Eu particularmente não gosto de futebol, mas não podemos deixar de falar sobre o estádio do Boca Jr. Ele fica localizado no bairro da Boca, um pouco antes do Caminito, Há um museu do estádio para os amantes de futebol.

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13. Passeio de Barco

Fiz um passeio noturno de barco no meu aniversário de 33 anos e foi muito legal. Pegamos a embarcação perto do porto de Olivos. O barco possui dj e funciona como boate e karaokê. Novamente fui surpreendia pelas músicas do Michel Teló (lembram em Isla Uros, quando a menina cantou as músicas dele!). Soube deste passeio através da madrinha da Stephanie e encontrei agora este site http://buenosairesconnect.com/puerto-olivos-paseo/?lang=es que poderá ajudar um pouco vocês sobre este passeio diferente.

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14. Jardim Botânico

O Jardim Botânico de Buenos Aires é gratuito e fica localizado próximo a Plaza Italia (Zoo, Rosedal, Jardim Japonês,…). É mais uma opção de passeio que a cidade oferece.

15. Zoo de Lujan

Muita gente tem como meta ir ao Zoo de Lujan quando pensa na Argentina. Eu fui uma vez em 2009 e não tive vontade de voltar. Ele é bem afastado da cidade, fica no meio da estrada literalmente e quando eu fui, acho que ainda era melhorzinho. Tenho diversas lembranças sobre este zoo. A primeira é que foi a primeira e única vez que andei de camelo que é bem legal, mas pelas fotos que tenho visto as pessoas postando, não tem mais esse passeio. Fiquei super chateada porque naquela semana o elefante estava indisponível para passeio e por isso não tive a oportunidade de montar no elefante. Os leões parecem ou melhor, estão drogados, o que é bem deprimente.

Outra lembrança que tenho bem forte são dos gansos selvagens correndo atrás de mim, da Stephanie e da Maria. A sorte foi que apareceram galinhas para nos defender – Stephanie ficou apavorada  – ela tinha 4 anos na época!

No Zoo de Lujan tem uma mini fazendinha que é legalzinho – nada demais.

As acomodações para comer eram bem precárias. Não recomendo, mas acho que é um lugar que todo mundo quer ir uma vez e depois que vai, não tem vontade de voltar.

Para chegar no Zoo de Lujan, há ônibus na Plaza Itália, no mesmo local do ônibus para o Temaiken (este eu recomendo!!)